sexta-feira, outubro 13, 2006

Chaminé centenária

Na Travessa dos Lagares - Centro Histórico

terça-feira, outubro 10, 2006

sexta-feira, setembro 08, 2006

Vamos de Férias

Notícias das escavações para depois.

Mas correram muito, muito bem!!!

quinta-feira, agosto 03, 2006

Querem mais, querem fotos?

Então deixo-vos duas fotos da adega

Eu bem queria mostrar, mas o blogger não deixa.

quarta-feira, julho 26, 2006

Está decifrado o mistério

dos muros, murinhos e muretes.

Estamos a escavar uma adega, com "suas louças"!

P.S. - Acho que A encontrámos e mais não digo.

sexta-feira, julho 21, 2006

Quanto mais escavamos

menos entendemos do urbanismo da vila antiga de Montemor.

Os arquitectos medievais ou não percebiam nada de regras urbanas ou está tudo a gozar comigo.

Hoje consegui meter algumas ideais no papel, mas tudo continua muito indefinido.

E já só faltam seis semanas para acabar a escavação.

P.S. - Mas que a escavação está linda, isso está!!!! E cada dia mais interessante!

quinta-feira, junho 22, 2006

Este blog já andava um pouco parado


mas vai ficar ainda mais parado

porque

vamos confirmar se o poço era utilizado por uma ou duas casas de habitação e tentar perceber a funcionalidade da canalização e a sua interligação com o poço

descobrir para onde vai esta porta

tentar encontrar mais coisinhas bonitas como estas



descobrir para onde vai esta rua e ainda outras surpresas que a fértil terra do Castelo esconde há tantos séculos.


Até Setembro!


E para aqueles que têm férias durante o Verão, umas muito BOAS FÉRIAS!


E ainda um pedidozinho a S. Pedro: Exigimos temperaturas inferiores a 30º.


terça-feira, junho 20, 2006

Está aberta

a época da milenar arte de tiragem de cortiça.

Aconselha-se um passeio pelos montados de sobro e apreciar a beleza das cores dos sobreiros depois de descascados.

quinta-feira, maio 18, 2006

terça-feira, maio 16, 2006

Nalguns locais...

o tempo não passa













ou, pelo menos corre muito, muito devagar.

Ainda bem, porque assim...



posso continuar a deliciar-me com o maravilhoso pão e outras iguarias que este forno coze.

terça-feira, maio 02, 2006

Rua do Pedrão


Esta rua típica do Centro Histórico de Montemor aparece referida pela primeira vez nos documentos históricos em 1573, embora por vezes seja também chamada de Rua do Padrão. Trata-se, no entanto, claramente da mesma rua.


No século XVIII viviam aqui alguns oleiros, que, talvez por falta de espaço na Rua dos Oleiros, (perpendicular à Rua do Pedrão) aqui se tivessem fixado.

sábado, abril 29, 2006

Fonte das Gigantas



Localiza-se perto do Monte das Gigantas, na zona do Paião.
Esta foto deve ter sido tirada há pouco mais de um ano e nessa altura a erva era muito pouca. Agora quase não se vê a fonte.
Há cerca de cinquenta anos a fonte abastecia os vários montes que por ali ainda existem. Agora a sua água é imprópria para consumo, devido à falta de limpeza.

quarta-feira, abril 26, 2006

Devaneios de uma arqueóloga (pouco experiente) às voltas com um complicado relatório de escavação

ou

Problemáticas acerca da existência da Rua B e da sua interligação com a Rua A e com as restantes estruturas à sua volta



A Rua B está em pleno funcionamento. Abre-se a Rua A e fecha-se o acesso entre as duas ruas através da construção da Estrutura A.

A Rua B deixa de funcionar enquanto rua e transforma-se num beco, ou num compartimento de uma habitação, devido à existência de uma janela na Estrutura A que existe entre as duas ruas.

Abre-se uma fossa no final da Rua B e junto à Estrutura A. Mas a Estrutura A já devia estar feita antes da construção da fossa devido à existência de uma canalização embutida na Estrutura A através de uma telha e da existência de dois tijolos que fazem a ligação entre o final da canalização e o início da fossa.

A Estrutura C e o próprio Compartimento 3 foram construídos depois ou durante o entulhamento da fossa. A Estrutura C divide a fossa ao meio e assenta directamente sobre a fossa.

A própria Rua B adaptou-se à existência da fossa. O rego central da rua faz um desvio na direcção da fossa e finaliza com uma telha invertida que canalizaria as águas pluviais para o interior da fossa.

A existência de uma janela na Estrutura A quererá dizer que nalgum momento a Rua B deixou de servir como rua e começou a servir como interior de uma habitação. Mas se sim, que sentido faz a existência de uma fossa no interior de uma casa.

Terá a janela sido aberta numa altura em que a fossa estava desactivada e o seu topo dava acesso a uma casa de habitação. E que sentido faria a entrada de uma habitação que ficaria a um nível muito mais baixo da Rua B com uma fossa desactivada à porta cujas canalizações das Ruas A e B ainda estavam em funcionamento. Em caso de cheia as águas pluviais entrariam para dentro de casa, porque o acesso ao interior da casa era feito através de três degraus.

É certo que a Rua B teve em vários momentos obras de beneficiação e adaptação. A existência de espinhado com tijoleira em alguns pontos da rua não faz sentido enquanto rua exterior de passagem pública.

A construção do Muro J implicou a destruição de parte da rua B, sendo ainda visíveis os vestígios da vala de fundação do muro através de falhas da calçada.

No entanto a existência do derrube classificado como Estrutura D parece ter ocorrido antes da construção rua, porque a calçada parece adaptar-se perfeitamente ao derrube. Pode ter acontecido um arranjo da rua já depois do derrube ter ocorrido o que também não faz muito sentido.

Porque é que a mim só me calham coisas difíceis???

segunda-feira, abril 24, 2006

À Memória de

Branco, Armando Ruas, Aurélio Dias, Alfredo Ruas, Américo Gomes, Manuel Vieira Tomé, Júlio Pinto, Ferreira de Abreu, Francisco Cruz, Manuel Pestana Garcez, Ernesto Faustino, José Lopes, Manuel Salgueiro Valente, Augusto Costa, Rafael Tobias Pinto da silva, Francisco Domingues Quintas, Francisco Manuel Pereira, Pedro Matos Filipe, Cândido Alves Barja, Augusto Almeida Martins, Abílio Augusto Belchior, António Mano Fernandes, Rui Ricardo da Silva, Arnaldo Simões Januário, Francisco Esteves, , Alfredo Caldeira, Fernando Alcobia, Jaime Fonseca de Sousa, Albino Coelho, Mário Castelhano, Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira, Albino de Carvalho, António Guedes Oliveira e Silva, Ernesto josé Ribeiro, José Lopes Dinis, Henrique Domingues Fernandes, Carlos Ferreira Soares, Bento António Gonçalves, Damásio Martins Pereira, Fernando Óscar Gaspar, Rosa Morgado, António, Júlio, Constantono, Paulo José Dias, Joaquim Montes, José Manuel Alves dos Reis, Américo Lourenço Nunes, , Francisco do Nascimento Gomes, Francisco dos Reis Gomes, José Garcia Godinho, Francisco Ferreira Marques, Edmundo Gonçalves, Manuel Augusto da Costa, Germano Vidigal, Alfredo Dinis, José António Companheiro, Manuel Simões Junior, Joaquim Correia, José Patuleia, António Lopes de almeida, Artur de Oliveira, Joaquim Marreiros, António Guerra, Militão Bessa Ribeiro, José Moreira, Venceslau Ferreira, Alfredo Dias Lima, Gervásio da Costa, Catarina Eufémia, Joaquim Lemos Oliveira, Manuel da Silva Júnior, Jos´´e Centeio, José Adelino dos Santos, Raul alves, Cândido Martins Capilé, José Dias Coelho, António Graciano Adângio, Francisco Madeira, Estevão Giro, Agostinho Fineza, Francisco Brito, David Almeida Reis, Humberto Delgado, Arajayr Campos, Manuel Agostinho Góis, Luis António Firmino, Herculano Augusto, Daniel Teixeira, Eduardo Mondlane, José António Leitão Ribeiro Santos, Amílcar Cabral, Fernando Carvalho Gesteira, José James Barneto, Fernando Barreiro dos Reis, José Guilherme Rego Arruda.


Vítimas de 48 anos de Regime Fascista!

quinta-feira, abril 20, 2006

terça-feira, abril 11, 2006

Um dia...



Vou-te comprar.

Um dia serás minha.

Não sei quando, talvez se me sair o euromilhões na próxima sexta-feira, que até é santa e tudo, e até pode fazer um milagre e assim...

Enfim, quem quiser fazer donativos está à vontade!

quarta-feira, abril 05, 2006

VIVA A PRIMAVERA!!!












E VIVA O VERÃO E VIVAM AS ESCAVAÇÕES QUE ESTÃO QUASE A CHEGAR!!!

Está a chover lá fora, mas isso agora também não interessa nada porque é Primavera e pronto!!!

terça-feira, abril 04, 2006

Chaminé

(quase centenária)

Em Santa Sofia

sexta-feira, março 31, 2006

Um ano de Montemaior!



Obrigado a todos os visitantes que por aqui passaram!

segunda-feira, março 27, 2006

"y entre la hierba verde viven las amapolas" *



* Do poema "Con Quevedo, en Primavera" de Pablo Neruda

sexta-feira, março 24, 2006

E já que estamos numa de esclarecimentos

Vamos aos factos:

Também não foi no Paço dos Alcaides que D. Manuel investiu Vasco da Gama como capitão da armada que viria a descobrir o caminho marítimo para a Índia.



Mas foi em Montemor que, segundo João de Barros, cronista geral do reino, se debateu a proposta de D. Manuel do envio de uma primeira expedição à Índia, nas cortes de 1495 que se realizaram em Montemor-o-Novo e, muito provavelmente no Paço dos Alcaides.

Enfim, quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto e do debate nas cortes passou-se rapidamente para a investidura de Vasco da Gama.


(e assim desfaço mais um mito...)

segunda-feira, março 20, 2006

Rua e Casa Torre de Dom Vasco



Ao contrário do que muita gente pensa não foi nesta rua nem nesta casa que se alojou Vasco da Gama quando D. Manuel o incumbiu de descobrir o caminho marítimo para a Índia.

O nome da Rua deve-se sim a Dom Vasco de Mascarenhas, irmão de Dom Fernão Martins de Mascarenhas e pai de Dom João de Mascarenhas, ambos alcaides-mor da vila.

Também não é certo que D. Vasco tenha habitado nesta casa.

Trata-se de facto de uma casa apalaçada, com três pisos (o que era raro na altura) e que deve ter sido mandada fazer por alguém com posses mas, até prova em contrário, não é possível afirmar que aqui viveu D. Vasco de Mascarenhas.

De salientar nesta casa-torre a existência de uma janela tipicamente manuelina.Esta janela constitui actualmente o símbolo adoptado pela Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Vila, uma das duas freguesias urbanas da cidade.

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

O Tempo de S. João de Deus

A Câmara Municipal de Montemor-o-Novo e a Ordem Hospitaleira de S. João de Deus organizam, no dia 7 de Março, o Colóquio "O Tempo de S. João de Deus. História e Cultura", integrado nas comemorações dos 400 anos da presença dos Irmãos Hospitaleiros em Portugal.



Comunicações:

1.ª Sessão (11 horas):

"João Cidade e a dimensão universal de S. João de Deus", Doutor Pe. Aires Gameiro;

"A fundação e difusão da Ordem Hospitaleira em Espanha e razões da vinda para Montemor-o-Novo", Doutor Pe. José Sanchez Martinez;

"A Ordem Hospitaleira de S. João de Deus e a Misericórdia de Montemor-o-Novo: dois séculos de tensões", Doutora Teresa Fonseca;

"Historiografia de S. João de Deus", Professor Doutor Manuel Cadafaz de Matos;

2.ª Sessão (14 horas)

"João Cidade regressa a Montemor-o-Novo como S. João de Deus", Professor Doutor Joaquim Chorão Lavajo;

"Os Reais Hospitais Militares de S. João de Deus e a defesa do Alentejo", Mestre Augusto Moutinho Borges;

"Memorial do Convento (Presença dos Irmãos de S. João de Deus na Vila de Olivença)", Dr. Luis Alfonso Limpo;

"A alimentação nos Hospitais Ocidentais nos séculos XV-XVII", Professora Doutora Margarida Refóis;

3.ª Sessão (16.30 horas)

"O Espírito de S. João de Deus no tratamento dos doentes mentais no Hospital de Todos os Santos", Dr.ª Anastácia Mestrinho Salgado;

"O Retábulo do Cálvário ou do Senhor Crucificado da Igreja do Antigo Convento de S. João de Deus de Montemor-o-Novo: antecedentes formais e iconográficos", Professor Doutor Francisco Lameira;

"Azulejos alusivos a S. João de Deus na grande Lisboa", Doutora Madalena Esperança Pina;

"As festas de canonização de S. João de Deus", Professora Doytora Manuela Milheiro;

18 horas:

Inauguração da Exposição de Pintura "Reais Hospitais Militares de s. João de Deus na fronteira luso/espanhola", na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo;

21.30:

Concerto de Música de Câmara na Igreja Matriz de Montemor-o-Novo;