terça-feira, março 05, 2013
Alegria da Criação
Plantei a semente da palavra
Antes da cheia matar o meu gado
Ensinei ao meu filho a lavra e a colheita
num terreno ao lado
A palavra rompeu
Cresceu como a baleia
No silêncio da noite à lua cheia
Vi mudar estações soprar a ventania
Brilhar de novo o sol sobre a baía
Fui um bom engenheiro um bom castor
Amei a minha amada com amor
De nada me arrependo só a vida
Me ensinou a cantar esta cantiga
Feiticeira
Mãe de todos nós
Flor da espiga
Maldita para tiranos
Amorosa te louvamos
tens mais de um milhão de anos
Rapariga
Quando o lume nos aquece
No grande frio de Inverno
Vem até nós uma prece
Que assim de longe parece
Uma cantiga
Magistrada Nossa natural
Vitoriosa
Curandeira dos aflitos
Amante de mil maridos
Há mais de um milhão de idos
tormentosa
Quando a fera encarcerada
Que dentro de nós suplanta
Quebra a gaiola sozinha
Voa voa endiabrada
Uma andorinha
José Afonso
terça-feira, fevereiro 19, 2013
Ainda não chegámos a Março
E por aqui já estamos em modo 25 de Abril...
E o Zeca afonso acabou de me dar o nome para uma exposição :)
sexta-feira, maio 18, 2012
quarta-feira, dezembro 07, 2011
Este blog
faleceu no dia em que nasceu quem me faz os dias mais felizes e as noites mais curtinhas.
Talvez um um dia ele renasça das cinzas!!
Talvez um um dia ele renasça das cinzas!!
segunda-feira, abril 25, 2011
sexta-feira, dezembro 24, 2010
quinta-feira, outubro 21, 2010
quarta-feira, outubro 13, 2010
quinta-feira, outubro 07, 2010
Gosto muito
Deve ser das minhas raízes judaicas e cristã-novas!
(Acho que já publiquei esta música mas não faz mal)
segunda-feira, outubro 04, 2010
O Nobel da Medicina
para o pai da fertilização in vitro só peca por tardio!
E os senhores defensores da vida, em vez de estarem preocupados com os embriões congelados, deviam preocupar-se com as vidas que os seus membros destruíram.
E os senhores defensores da vida, em vez de estarem preocupados com os embriões congelados, deviam preocupar-se com as vidas que os seus membros destruíram.
Vampiros de ontem, vampiros de hoje
O nojo, o asco e a repugnância são os mesmos!
Que a comemoração dos 100 anos da Républica amanhã consiga meter algum juízo na cabeça dos vampiros de hoje!
sexta-feira, setembro 17, 2010
Desilusão é
Relembrar os croissants franceses. Quentinhos, estaladiços e tão mas tão deliciosos.
Ir a correr comprar croissants e trazer logo seis porque até tinham bom aspecto.
E depois....
Oh desgraça das desgraças. Não sabem a nada. Qualquer fatia de pão alentejano é melhor que aquela massa insípida.
Senhores pateleiros portugueses faxavor de ir passar umas feriazitas à belle France, provar os ditos e aprender a receita, senhores....
Ir a correr comprar croissants e trazer logo seis porque até tinham bom aspecto.
E depois....
Oh desgraça das desgraças. Não sabem a nada. Qualquer fatia de pão alentejano é melhor que aquela massa insípida.
Senhores pateleiros portugueses faxavor de ir passar umas feriazitas à belle France, provar os ditos e aprender a receita, senhores....
quarta-feira, setembro 15, 2010
terça-feira, agosto 17, 2010
a passar-me
porque é que está toda a gente de férias?
porque é que ninguém atende o telefone?
porque é que quando preciso as pessoas estão de férias?
Apetece-me fazer birra, bater com os pés no chão e exigir aos senhores que voltem imediatamente ao trabalho, me atendam e me descansem... depois podem voltar às suas férias...
Ai catano...
Ah e também estou há uma semana sem fumar o que é muito bom. Mas há coisas melhores e neste momento são só essas que interessam...
porque é que ninguém atende o telefone?
porque é que quando preciso as pessoas estão de férias?
Apetece-me fazer birra, bater com os pés no chão e exigir aos senhores que voltem imediatamente ao trabalho, me atendam e me descansem... depois podem voltar às suas férias...
Ai catano...
Ah e também estou há uma semana sem fumar o que é muito bom. Mas há coisas melhores e neste momento são só essas que interessam...
terça-feira, julho 27, 2010
constatações
Constatação 1 - Faltam 3 manhãs de inferno;
Constatação 2 - Cada vez estou mais intolerante ao calor;
Constatação 3 - Estou quase a dar à sola para paragens mais frescas;
Constatação 4 - Retiro o que disse a 15 de Maio;
Constatação 5 - Este blog está a falar demasiado de tempo;
Mudando de assunto...
Será que cerca de 6 gigas de cartões de memória chegam para as fotos que pretendo tirar????
Constatação 2 - Cada vez estou mais intolerante ao calor;
Constatação 3 - Estou quase a dar à sola para paragens mais frescas;
Constatação 4 - Retiro o que disse a 15 de Maio;
Constatação 5 - Este blog está a falar demasiado de tempo;
Mudando de assunto...
Será que cerca de 6 gigas de cartões de memória chegam para as fotos que pretendo tirar????
terça-feira, julho 20, 2010
Há músicas
que têm em mim um efeito calmante, de paz e de serenidade. Esta é uma delas.
E também já só faltam 14 dias...
E também já só faltam 14 dias...
sexta-feira, julho 09, 2010
Francium
Aproveito a escavação para ter aulas privadas de francês.
A ver se daqui por um mês já sei dizer umas palavritas.
Até agora aprendi:
une voiture, quatre tents et six personnes
une baguette s'il vous plais
combien cut le billet
et tres cutaux
Evidentemente não aprendi a escrever. Mas isso também não vem ao caso...
A ver se daqui por um mês já sei dizer umas palavritas.
Até agora aprendi:
une voiture, quatre tents et six personnes
une baguette s'il vous plais
combien cut le billet
et tres cutaux
Evidentemente não aprendi a escrever. Mas isso também não vem ao caso...
sexta-feira, julho 02, 2010
Há seis anos
sábado, junho 19, 2010
quinta-feira, junho 03, 2010
quarta-feira, junho 02, 2010
sábado, maio 15, 2010
Encasacada
Contento-me a apreciar o estado do tempo para os próximos dias. Sol e 25 graus a partir de terça-feira (engraçado como à tarde davam 29º). Anyway. Preciso de sol e calor. Preciso vestir as novas camisolas compradas num dia de esperança. Em dois dias de esperança. Infelizmente não passou da esperança...
Há-de passar!
Há-de passar!
quinta-feira, maio 13, 2010
Coisas que cheiram mal
Ontem vi:
1.º - Uma senhora, num consultório médico a abarrotar de pessoas, pedir para ser atendida mais tarde para ir ver o papa. Será que lhe foi pedir um milagre? já agora que tenha pedido para todas as outras que ficaram à espera da consulta. Deve ter uma sorte...
2.º - Um aparato policial como nunca tinha visto. Policias de 5 em 5 metros e mais cavalos e ambulâncias e polícia de choque e o raio que os parta a quem pactua com esta palhaçada.
E estive mais de meia hora parada na segunda circular para o papa passar. Mas ele não anda num carro à prova de bala? É preciso pararem o transito para o gajo passar? Que palhaçada é esta???
As televisões nacionais só passam o papa. A rtp não é um canal do estado? O estado não é laico? Quando o Dalai Lama ou outro chefe religioso vieram a Portugal fizeram o mesmo? Só tenho pena de quem não tem televisão por cabo.
Hoje não fui trabalhar porque foi concedida tolerância de ponte aos funcionários públicos porque o papa está cá. Onde é que pára a crise???? Quem é que paga a folga dos funcionários públicos? Obviamente quem não é funcionário público. E o que é que isto faz? Revolta contra os funcionários públicos, claro. E com toda a razão.
Agora anuncia-se aumentos de impostos e corte do subsídio de natal. Para quem ganha menos de 2375 euros sobem 1%. Para quem ganha mais sobem 1.5%. Que fartura!!! Mais valia estarem quietinhos e ficar tudo a 1%. Quem é que esta gente pensa que engana?
Aos bancos e grandes empresas, coitados, vai-lhe ser aplicada uma taxa de 2.5% sobre os lucros. Só pode ser gozo. Só pode!!!
O ps alia-se ao psd para "acabar com a crise" criada por eles. Porque é que não formam um partido único? São todos iguais.
Este país está podre.
1.º - Uma senhora, num consultório médico a abarrotar de pessoas, pedir para ser atendida mais tarde para ir ver o papa. Será que lhe foi pedir um milagre? já agora que tenha pedido para todas as outras que ficaram à espera da consulta. Deve ter uma sorte...
2.º - Um aparato policial como nunca tinha visto. Policias de 5 em 5 metros e mais cavalos e ambulâncias e polícia de choque e o raio que os parta a quem pactua com esta palhaçada.
E estive mais de meia hora parada na segunda circular para o papa passar. Mas ele não anda num carro à prova de bala? É preciso pararem o transito para o gajo passar? Que palhaçada é esta???
As televisões nacionais só passam o papa. A rtp não é um canal do estado? O estado não é laico? Quando o Dalai Lama ou outro chefe religioso vieram a Portugal fizeram o mesmo? Só tenho pena de quem não tem televisão por cabo.
Hoje não fui trabalhar porque foi concedida tolerância de ponte aos funcionários públicos porque o papa está cá. Onde é que pára a crise???? Quem é que paga a folga dos funcionários públicos? Obviamente quem não é funcionário público. E o que é que isto faz? Revolta contra os funcionários públicos, claro. E com toda a razão.
Agora anuncia-se aumentos de impostos e corte do subsídio de natal. Para quem ganha menos de 2375 euros sobem 1%. Para quem ganha mais sobem 1.5%. Que fartura!!! Mais valia estarem quietinhos e ficar tudo a 1%. Quem é que esta gente pensa que engana?
Aos bancos e grandes empresas, coitados, vai-lhe ser aplicada uma taxa de 2.5% sobre os lucros. Só pode ser gozo. Só pode!!!
O ps alia-se ao psd para "acabar com a crise" criada por eles. Porque é que não formam um partido único? São todos iguais.
Este país está podre.
sexta-feira, maio 07, 2010
sábado, abril 24, 2010
quinta-feira, abril 22, 2010
Prazos
O primeiro de muitos prazos aproxima-se a passos largos. Até domingo um dos capítulos tem de ficar fechado. Segue-se um outro prazo (demasiado apertado) para um capítulo complicado. Estou a gostar do meu ritmo de trabalho. Três horas e meia de trabalho diário sem interrupções.
Parece que finalmente a fase da procrastinação e do farmville fazem parte da história!
Parece que finalmente a fase da procrastinação e do farmville fazem parte da história!
sexta-feira, abril 16, 2010
A 13 de Maio na Cova de Iria
Apesar de os funcionários públicos não terem este ano direito a aumentos salariais vão ter, em contrapartida, um dia de folga por cada chefe de estado de país estrangeiro que visitar Portugal. O primeiro é já dia 13 de Maio, altura que o Sr. Ratzinger, chefe da cidade-estado do Vaticano, visitará Portugal.
Vai ser o milagre da multiplicação das Tolerâncias de Ponto.
Eu vou aproveitar para ir apanhar a espiga todo o santo dia e manter-me pelo menos a mais de um quilómetro de distância de qualquer meio de comunicação social.
E assim vai a crise…
Vai ser o milagre da multiplicação das Tolerâncias de Ponto.
Eu vou aproveitar para ir apanhar a espiga todo o santo dia e manter-me pelo menos a mais de um quilómetro de distância de qualquer meio de comunicação social.
E assim vai a crise…
quinta-feira, abril 15, 2010
terça-feira, abril 13, 2010
quarta-feira, março 31, 2010
segunda-feira, março 22, 2010
segunda-feira, março 15, 2010
E porque
terça-feira, março 09, 2010
Luz de uma noite de inverno
Atendendo aos pedidos de várias famílias, aqui vai mais uma foto de uma das ruas do Centro Histórico de Montemor
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Ontem
era para ter escrito aqui que apesar de adorar a minha profissão, há momentos em que quase a detesto.
Mas hoje venho aqui escrever que o previlégio de escavar e conhecer o castelo ultrapassa todos os momentos menos bons.
E parece que é sempre assim. Quando estou com muito poucas expectativas e às vezes até um pouco farta, aparece alguma coisa, mesmo que pequena, que me faz voltar a sorrir e com uma vontade doida de escavar, escavar, escavar!!!
E depois de mais um frente-a-frente à tarde dou graças a todos os deuses por não ter que fazer isto todos os dias.
Há pessoas que despertam em nós os piores instintos. IRRA!!!
Mas hoje venho aqui escrever que o previlégio de escavar e conhecer o castelo ultrapassa todos os momentos menos bons.
E parece que é sempre assim. Quando estou com muito poucas expectativas e às vezes até um pouco farta, aparece alguma coisa, mesmo que pequena, que me faz voltar a sorrir e com uma vontade doida de escavar, escavar, escavar!!!
E depois de mais um frente-a-frente à tarde dou graças a todos os deuses por não ter que fazer isto todos os dias.
Há pessoas que despertam em nós os piores instintos. IRRA!!!
sábado, fevereiro 13, 2010
Porque os meninos inventaram coisas novas
e parece impossível como eu nunca tinha parado para ouvir (com ouvidos de ouvir) as músicas e as letras deste Senhor!!!
sábado, fevereiro 06, 2010
Lendo
Como não sei o que fazer com este blog, vou tentar colocar aqui algumas, dos milhares de fotos de Montemor que tenho em arquivos.
terça-feira, dezembro 22, 2009
quinta-feira, dezembro 10, 2009
segunda-feira, novembro 23, 2009
No sábado à noite foi assim
Quem lá esteve sabe o que se passou!
Quem não esteve não sabe o que perdeu...
terça-feira, outubro 20, 2009
quinta-feira, outubro 08, 2009
sábado, outubro 03, 2009
A Torre do Relógio

Esta imagem é de 1941 e foi retirada do magnífico site da ex Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN). Como diria uma famosa música de um grupo folclórico da terra "o que é bom acaba e o que é mau atura" mas isso é outra estória.
Esta fotografia foi tirada poucos anos antes do início das intervenções da DGEMN.
A muralha Norte do Castelo ainda se encontra em ruínas. Não é visível o adarve nem as ameias que hoje se podem observar. Obviamente a escada de acesso ao adarve também não existia.
No entanto, pode ver-se um pequeno edifício de cor branca que encosta quer ao troço de muralha quer, ao que parece, à própria torre. Tem uma porta e por cima parece existir um terraço que dá acesso à escada, ainda existente, que conduz à casa da máquina do relógio. Penso também que seria deste terraço que se acedia à porta da torre.
Desta construção não existem quaisquer vestígios actualmente uma vez que, segundo julgo, deve ter sido destruída aquando das obras referidas anteriormente.
Seria apenas uma protecção no acesso à torre?
Será contemporâneo da torre, ou uma construção posterior?
domingo, setembro 27, 2009
My favorite things
Raindrops on roses and whiskers on kittens
Bright copper kettles and warm woolen mittens
Brown paper packages tied up with strings
These are a few of my favorite things
Cream colored ponies and crisp apple streudels
Doorbells and sleigh bells and schnitzel with noodles
Wild geese that fly with the moon on their wings
These are a few of my favorite things
Girls in white dresses with blue satin sashes
Snowflakes that stay on my nose and eyelashes
Silver white winters that melt into springs
These are a few of my favorite things
When the dog bites
When the bee stings
When I'm feeling sad
I simply remember my favorite things
And then I don't feel so bad
quinta-feira, setembro 24, 2009
Ai caraças
que o silo nunca mais acaba e eu tou tão cansada.
E tão farta de partir barro.
E tão farta de achar 3 míseros caquitos por dia.
E tão farta de tar metida num buraco fundo a manhã inteira.
E tão farta de ter de usar capacete de trolha.
E tão farta de ter que subir baldes.
E tão farta de sair do silo, olhar lá para baixo e ter vertigens.
Tou a ficar farta do silo.
Acho que vou desistir da ideia (algo mirabolante mas interessante) de fazer uma campanha especial de silos.
E tão farta de partir barro.
E tão farta de achar 3 míseros caquitos por dia.
E tão farta de tar metida num buraco fundo a manhã inteira.
E tão farta de ter de usar capacete de trolha.
E tão farta de ter que subir baldes.
E tão farta de sair do silo, olhar lá para baixo e ter vertigens.
Tou a ficar farta do silo.
Acho que vou desistir da ideia (algo mirabolante mas interessante) de fazer uma campanha especial de silos.
sexta-feira, setembro 18, 2009
Socorro
Preciso de silêncio.
Não aguento mais isto.
Eles que desenvolvam os seus projectos.
Mas com menos barulho.
Se isto durar mais um dia, ponho baixa...
TOU FARTA DISTO!!!!
Não aguento mais isto.
Eles que desenvolvam os seus projectos.
Mas com menos barulho.
Se isto durar mais um dia, ponho baixa...
TOU FARTA DISTO!!!!
segunda-feira, setembro 14, 2009
Tem dias
em que o meu local de trabalho é tão divertido...
Pode não ser muito seguro, mas é muito divertido!
Pode não ser muito seguro, mas é muito divertido!
Etiquetas:
Coisas e loisas
sexta-feira, setembro 11, 2009
quinta-feira, setembro 10, 2009
O cúmulo do azar é
escavar um silo cheio de peças inteiras lindas dos séculos XIV e XV e chegar ao fim e encontrar um caco de faiança do século XVII.
E não, não caiu de lado nenhum. Estava lá, na terra do silo. Encontrei-o eu.
Damn it.
E não, não caiu de lado nenhum. Estava lá, na terra do silo. Encontrei-o eu.
Damn it.
quarta-feira, setembro 09, 2009
A primeira referência à receita do Coelho à S. Cristóvão?
sexta-feira, setembro 04, 2009
Dia Fatídico
Na próxima segunda-feira vai acontecer uma coisa em Montemor que eu nunca julguei possível.
Ainda não acho possível...
Por várias razões.
Porque se abre um grave precedente!
Por causa das somas astronómicas envolvidas num evento de pouco mais de uma hora!
Não compreendo, não acredito, não quero compreender nem acreditar!
Ainda não acho possível...
Por várias razões.
Porque se abre um grave precedente!
Por causa das somas astronómicas envolvidas num evento de pouco mais de uma hora!
Não compreendo, não acredito, não quero compreender nem acreditar!
domingo, agosto 30, 2009
sexta-feira, agosto 28, 2009
Agradecimento e pedido
Agradeço publicamente à pessoa que durante a tarde de ontem ou a noite de hoje retirou do silo uma peça inteira e a deixou na escavação ao lado do sítio de onde a retirou.
Mas, para a próxima, se a houver, limite-se a observar e a não mexer. Estará a danificar e a destruir para sempre realidades e informações arqueológicas que nunca mais poderão ser repostas.
Para além disso, e tendo em conta o sítio de onde a peça foi retirada, poderá estar a por em risco a sua integridade física.
Obrigado.
Mas, para a próxima, se a houver, limite-se a observar e a não mexer. Estará a danificar e a destruir para sempre realidades e informações arqueológicas que nunca mais poderão ser repostas.
Para além disso, e tendo em conta o sítio de onde a peça foi retirada, poderá estar a por em risco a sua integridade física.
Obrigado.
terça-feira, agosto 18, 2009
segunda-feira, agosto 03, 2009
A sofrer
da ressaca das fotos.
Vou de férias sem a minha máquina.
O QUE SERÁ DE MIM????????
e a dúvida persiste
P90 já
ou
D5000 dentro de alguns meses???
Somebody help me...
Ai a minha vidinha...
Vou de férias sem a minha máquina.
O QUE SERÁ DE MIM????????
e a dúvida persiste
P90 já
ou
D5000 dentro de alguns meses???
Somebody help me...
Ai a minha vidinha...
domingo, julho 19, 2009
Prisão em si
Erguiam escadas
Partiam muros
E agora quem se lixa sou eu que tenho que interpretar a lógica urbanística dos pseudo-arquitectos de há quinhentos anos.
Não me queixo. É mesmo disto que eu gosto. Está linda a escavação.
E eu que já andava de olhos postos noutro local, reapaixonei-me por este e agora só me apetece escavar aquilo tudo.
Tivesse eu o luxo de poder contar sempre com uma equipa como a do turno passado e em dois meses não sei onde chegaríamos.
OBRIGADO!
(voces sabem quem são)
quarta-feira, julho 08, 2009
terça-feira, junho 30, 2009
Era uma vez
uma jovem arqueóloga que trabalhava num castelo encantado.
Apesar de muito bonito, esse castelo possuía monstros terríveis que assustavam o mais temerário dos heróis.
A nossa arqueóloga, apesar de corajosa, vivia atormentada com a possibilidade de se encontrar um dia com um desses monstros horrendos. Na verdade fazia-se de forte pegando e brincando com um monstro de madeira que aterrorizava a sua colega turista, apenas para exorcizar o pavor que tinha desses bichos. Este exercício revelava-se sempre bastante gratificante e divertido para a nossa jovem arqueóloga e para todos quantos assistiam ao fabuloso espectáculo da nossa querida turista a correr, a saltar e a gritar à frente da jovem arqueóloga que a perseguia com o monstro articulado de madeira na mão.
- PARA, PÁRA, PÁRA COM ISSO JÁ OU VOU-ME CHATEAR!
Dizia a turista horrorizada.
Mas divertido, divertido era quando a nossa jovem arqueóloga e seus compinchas do crime escondiam o monstro debaixo de cadeira, dentro de uma gaveta ou até mesmo no interior da mala da turista. Os seus gritos, quando descobria o monstro articulado de brincar, ecoavam pelas muralhas do castelo encantado, havendo até testemunhas que a dizem ter ouvido na cidade.
Havia também depois a jovem da luva branca que temia pela sua vida sempre que se deparava com os pega-monstros que se passeavam vagarosamente pelas paredes brancas do castelo encantado. Mas, corajosa como era, nada temia e consta que vai agora trabalhar para um país tropical cheio de monstros jurássicos.
Às vezes apareciam monstros voadores que mais não eram que descendentes do temível arqueopterix. Estes aparecimentos repentinos levavam a jovem arqueóloga e a jovem desenhista a refugiarem-se o mais rápido possível no interior de um dos salões do castelo, até que um dos seus colegas patrimónicos ou espacio-temporais as viesse salvar, mandando os pequenos monstros nojentos para o quinto dos infernos.
Os monstros apareciam em todos os locais. Até nos salões onde habitavam as nossas heroínas. Um dia, ao deslocar um quadro de uma parede, a jovem arqueóloga começou a ver umas patas, e depois mais um par de patas, e mais patas, e ainda mais patas. Patas grandes, patas pequenas, patas adolescentes e patas bebés. Era um sem fim de patas que só foram dizimadas pela acção do sapato de um herói inesperado.
Por vezes, os habitantes do castelo encantado encontravam monstros nunca antes vistos e completamente desconhecidos do mundo da ciência. Sonhavam até que um dia, David Attenborough viesse até ao castelo encantado realizar um dos programas da série BBC, Vida Selvagem. Aí sim, todo o mundo saberia o sofrimento e o horror que ali se vivia com toda a espécie de monstros malvados e prontos a atacar quem lhes fizesse frente.
Mas as nossas heroínas e mais uns quantos trabalhadores sazonais tudo faziam pelo bem do seu querido e amado castelo.
Houve até uma altura em que enfrentavam diariamente um exército de centenas de milhar de moscas assassinas, para resgatar dos confins do seu castelo tesouros escondidos há milhares de anos pelos seus antepassados temendo a tomada de poder pelos monstros mutantes que já nessa altura habitavam o castelo encantado.
Mas, voltemos à história da jovem arqueóloga.
Um dia, de manhã, pela fresca, que é quando os monstros se encontram ainda recolhidos nas suas tocas, saiu do seu castelo a jovem e destemida arqueóloga.
A manhã tinha sido calma e o dia apresentava-se ligeiramente enevoado, mas com uma temperatura agradável.
Depois do café e da volta matinal pelos mails, a jovem arqueóloga recolheu toda a documentação que precisava e saiu feliz e contente do palácio do interior do castelo.
Como já era verão e o calor tinha apertado nos dias anteriores, a jovem arqueóloga calçava umas lindas sandálias abertas que protegiam os seus frágeis pés de princesa.
Ia a jovem arqueóloga a dar a curva de acesso ao arco que a levaria para o meio da selva onde já se encontravam a jovem das luvas brancas e o jovem patrimónico a lutar furiosamente contra os monstros vegetais, quando de repente…
O PIOR ACONTECEU!
A jovem arqueóloga sentiu algo a mexer nos pés.
Calma. Pode ser só uma pedra. Pode ser uma erva. Pode ser uma pena. É de certeza uma simples pena de um passarinho.
Pensou a jovem arqueóloga.
Sim, seria uma pena.
Talvez a pena caída de uma das tantas andorinhas que por ali esvoaçavam.
O toque tinha sido muito rápido e subtil.
O que mais poderia ser? Os monstros não andam assim em terreno aberto onde podem ser atacados pelas armas automáticas dos guerrilheiros do castelo encantado.
E depois…
Numa fracção de segundo…
A jovem arqueóloga olhou para o chão…
Algo se mexeu rapidamente…
AAAAAAAAHHHHHH!!!!!
E o seu coração parou…
É o fim, pensou!
O meu coração não vai aguentar tamanho horror.
Morrerei!
Mas morrerei lutando contra este monstro aterrador que os meus olhos veêm!
O seu corpo estava hirto. Nada se mexia.
O fim aproximava-se rapidamente!
Mas então, algo de extraordinário aconteceu.
A jovem arqueóloga conseguiu mexer os olhos e olhou para o chão.
E viu.
E viu que o monstro horrendo que a atemorizava lutava desesperadamente para se esconder.
O monstro era uma pequena cobra, cinzenta às bolinhas amarelas, que também ela estava aterrorizada e que só queria sair dali e ir para um sítio onde nenhum humano a pudesse ver, nem por-lhe um pé em cima, nem mandar-lhe uma pedra, nem fazer-lhe mal.
A jovem arqueóloga ficou ali, quieta, para não assustar a pequena cobra, observando como ela serpenteava em direcção a um lugar seguro para se esconder e nunca mais na sua vida ser vista por um humano.
E assim termina a história da jovem arqueóloga no seu castelo encantado.
Esta história é dedicada á jovem turista e a todos quanto lutam por um futuro de paz entre homens e animais.
(De preferência sem touradas nem patas partidas a pombos para lhe tirar anilhas)
Apesar de muito bonito, esse castelo possuía monstros terríveis que assustavam o mais temerário dos heróis.
A nossa arqueóloga, apesar de corajosa, vivia atormentada com a possibilidade de se encontrar um dia com um desses monstros horrendos. Na verdade fazia-se de forte pegando e brincando com um monstro de madeira que aterrorizava a sua colega turista, apenas para exorcizar o pavor que tinha desses bichos. Este exercício revelava-se sempre bastante gratificante e divertido para a nossa jovem arqueóloga e para todos quantos assistiam ao fabuloso espectáculo da nossa querida turista a correr, a saltar e a gritar à frente da jovem arqueóloga que a perseguia com o monstro articulado de madeira na mão.
- PARA, PÁRA, PÁRA COM ISSO JÁ OU VOU-ME CHATEAR!
Dizia a turista horrorizada.
Mas divertido, divertido era quando a nossa jovem arqueóloga e seus compinchas do crime escondiam o monstro debaixo de cadeira, dentro de uma gaveta ou até mesmo no interior da mala da turista. Os seus gritos, quando descobria o monstro articulado de brincar, ecoavam pelas muralhas do castelo encantado, havendo até testemunhas que a dizem ter ouvido na cidade.
Havia também depois a jovem da luva branca que temia pela sua vida sempre que se deparava com os pega-monstros que se passeavam vagarosamente pelas paredes brancas do castelo encantado. Mas, corajosa como era, nada temia e consta que vai agora trabalhar para um país tropical cheio de monstros jurássicos.
Às vezes apareciam monstros voadores que mais não eram que descendentes do temível arqueopterix. Estes aparecimentos repentinos levavam a jovem arqueóloga e a jovem desenhista a refugiarem-se o mais rápido possível no interior de um dos salões do castelo, até que um dos seus colegas patrimónicos ou espacio-temporais as viesse salvar, mandando os pequenos monstros nojentos para o quinto dos infernos.
Os monstros apareciam em todos os locais. Até nos salões onde habitavam as nossas heroínas. Um dia, ao deslocar um quadro de uma parede, a jovem arqueóloga começou a ver umas patas, e depois mais um par de patas, e mais patas, e ainda mais patas. Patas grandes, patas pequenas, patas adolescentes e patas bebés. Era um sem fim de patas que só foram dizimadas pela acção do sapato de um herói inesperado.
Por vezes, os habitantes do castelo encantado encontravam monstros nunca antes vistos e completamente desconhecidos do mundo da ciência. Sonhavam até que um dia, David Attenborough viesse até ao castelo encantado realizar um dos programas da série BBC, Vida Selvagem. Aí sim, todo o mundo saberia o sofrimento e o horror que ali se vivia com toda a espécie de monstros malvados e prontos a atacar quem lhes fizesse frente.
Mas as nossas heroínas e mais uns quantos trabalhadores sazonais tudo faziam pelo bem do seu querido e amado castelo.
Houve até uma altura em que enfrentavam diariamente um exército de centenas de milhar de moscas assassinas, para resgatar dos confins do seu castelo tesouros escondidos há milhares de anos pelos seus antepassados temendo a tomada de poder pelos monstros mutantes que já nessa altura habitavam o castelo encantado.
Mas, voltemos à história da jovem arqueóloga.
Um dia, de manhã, pela fresca, que é quando os monstros se encontram ainda recolhidos nas suas tocas, saiu do seu castelo a jovem e destemida arqueóloga.
A manhã tinha sido calma e o dia apresentava-se ligeiramente enevoado, mas com uma temperatura agradável.
Depois do café e da volta matinal pelos mails, a jovem arqueóloga recolheu toda a documentação que precisava e saiu feliz e contente do palácio do interior do castelo.
Como já era verão e o calor tinha apertado nos dias anteriores, a jovem arqueóloga calçava umas lindas sandálias abertas que protegiam os seus frágeis pés de princesa.
Ia a jovem arqueóloga a dar a curva de acesso ao arco que a levaria para o meio da selva onde já se encontravam a jovem das luvas brancas e o jovem patrimónico a lutar furiosamente contra os monstros vegetais, quando de repente…
O PIOR ACONTECEU!
A jovem arqueóloga sentiu algo a mexer nos pés.
Calma. Pode ser só uma pedra. Pode ser uma erva. Pode ser uma pena. É de certeza uma simples pena de um passarinho.
Pensou a jovem arqueóloga.
Sim, seria uma pena.
Talvez a pena caída de uma das tantas andorinhas que por ali esvoaçavam.
O toque tinha sido muito rápido e subtil.
O que mais poderia ser? Os monstros não andam assim em terreno aberto onde podem ser atacados pelas armas automáticas dos guerrilheiros do castelo encantado.
E depois…
Numa fracção de segundo…
A jovem arqueóloga olhou para o chão…
Algo se mexeu rapidamente…
AAAAAAAAHHHHHH!!!!!
E o seu coração parou…
É o fim, pensou!
O meu coração não vai aguentar tamanho horror.
Morrerei!
Mas morrerei lutando contra este monstro aterrador que os meus olhos veêm!
O seu corpo estava hirto. Nada se mexia.
O fim aproximava-se rapidamente!
Mas então, algo de extraordinário aconteceu.
A jovem arqueóloga conseguiu mexer os olhos e olhou para o chão.
E viu.
E viu que o monstro horrendo que a atemorizava lutava desesperadamente para se esconder.
O monstro era uma pequena cobra, cinzenta às bolinhas amarelas, que também ela estava aterrorizada e que só queria sair dali e ir para um sítio onde nenhum humano a pudesse ver, nem por-lhe um pé em cima, nem mandar-lhe uma pedra, nem fazer-lhe mal.
A jovem arqueóloga ficou ali, quieta, para não assustar a pequena cobra, observando como ela serpenteava em direcção a um lugar seguro para se esconder e nunca mais na sua vida ser vista por um humano.
E assim termina a história da jovem arqueóloga no seu castelo encantado.
Esta história é dedicada á jovem turista e a todos quanto lutam por um futuro de paz entre homens e animais.
(De preferência sem touradas nem patas partidas a pombos para lhe tirar anilhas)
Por causa dele
Vou comprar uma coisa que disse nunca compraria.
Um dvd dos Gormits.
Tudo para o ver feliz...
Um dvd dos Gormits.
Tudo para o ver feliz...
sexta-feira, junho 05, 2009
domingo, maio 24, 2009
Uma das melhores, senão a melhor
definição do trabalho de um arqueólogo:
"Imagine-se um cenário teatral, onde decorre uma acção e sobre o qual a luz dos projectores incide apenas a espaços. A maior parte do enredo desenrola-se na penumbra e ouvem-se algumas vozes, nem sempre perceptíveis. No final somos obrigados a tentar reconstituir o conjunto da narrativa, apesar dos dados serem insuficientes e de não termos conseguido visualizar a maior parte das coisas que aconteceram"
MACIAS, Santiago (2005) - "Mértola. O último porto do Mediterrâneo", Vol. I, Campo Arqueológico de Mértola;
"Imagine-se um cenário teatral, onde decorre uma acção e sobre o qual a luz dos projectores incide apenas a espaços. A maior parte do enredo desenrola-se na penumbra e ouvem-se algumas vozes, nem sempre perceptíveis. No final somos obrigados a tentar reconstituir o conjunto da narrativa, apesar dos dados serem insuficientes e de não termos conseguido visualizar a maior parte das coisas que aconteceram"
MACIAS, Santiago (2005) - "Mértola. O último porto do Mediterrâneo", Vol. I, Campo Arqueológico de Mértola;
quinta-feira, maio 21, 2009
Agradecimento II
Já que estou numa fase de agradecimentos, aproveito também para agradecer aqui publicamente ao meu banco, o facto de nos próximos seis meses ser roubada em menos 249 Euros, que aquilo que estava a ser roubada nos seis meses anteriores.
Muito obrigada pelo desconto no roubo.
Fico muito agradecida!
Espero que os assaltos mensais à minha conta bancária continuem a contribuir para o contínuo aumento dos vossos lucros!
A bem da saúde financeira do banco!
A bem da crise!
A bem da nação!
Muito obrigada pelo desconto no roubo.
Fico muito agradecida!
Espero que os assaltos mensais à minha conta bancária continuem a contribuir para o contínuo aumento dos vossos lucros!
A bem da saúde financeira do banco!
A bem da crise!
A bem da nação!
O prometido é devido
Venho aqui agradecer publicamente aquele senhor engenheiro que mora em S. Bento pela devolução a tempo e horas, aliás como ele tinha prometido, do meu I.R.S.
Não, não estou a ser sarcática.
Hoje dia 21 de Maio, ao consultar a desgraça que presumia ser o meu saldo, dou por mim felicissíma, ao ver que me tinha sido devolvida uma pequena parte daquilo que paguei, em 2008.
Muito obrigado senhor engenheiro!
Era tão bom se cumprisse sempre o prometido. Ah como seria bom...
Não, não estou a ser sarcática.
Hoje dia 21 de Maio, ao consultar a desgraça que presumia ser o meu saldo, dou por mim felicissíma, ao ver que me tinha sido devolvida uma pequena parte daquilo que paguei, em 2008.
Muito obrigado senhor engenheiro!
Era tão bom se cumprisse sempre o prometido. Ah como seria bom...
sexta-feira, maio 15, 2009
Não percebo
terça-feira, abril 28, 2009
sábado, abril 25, 2009
sexta-feira, abril 24, 2009
quinta-feira, abril 23, 2009
sexta-feira, abril 17, 2009
quarta-feira, abril 15, 2009
domingo, março 29, 2009
quinta-feira, março 26, 2009
terça-feira, março 24, 2009
Porque nem tudo são voos nem sonhos
desafio-vos a ver este documentário elaborado pelos nossos vizinhos espanhóis acerca do Campo de Concentração do Tarrafal.
Poderá não ser fácil de ver, mas julgo que é necessário.
Para que não se esqueça...
Poderá não ser fácil de ver, mas julgo que é necessário.
Para que não se esqueça...
Nova Iorque
Saí do JFK, sobrevooei Manhatan, dei a volta, passei por Long Island, voltei para trás e despenhei-me a poucos metros da pista de um aeroporto.
Raios.
E assim se passa a hora de almoço. Vou almoçar.
À noite há mais viagens.
Raios.
E assim se passa a hora de almoço. Vou almoçar.
À noite há mais viagens.
Aventuras no Google Earth
Levantei voo de Katmandu e sobrevooei, nas calmas, os Himalaias. É lindo.
Mas despenhei-me, a grande velocidade, algures no meio de uma planície.
Mas despenhei-me, a grande velocidade, algures no meio de uma planície.
Heathrow
é um aeroporto muito perigoso!
Não dá para mim.
Vou experimentar levantar voo de Los Angeles.
Acabei de fazer um voo rasante a umas montanhas, mas safei-me.
Los Angeles é muito melhor que Heathrow.
Vou tentar aterrar o o bicho.
Até um dia
Não dá para mim.
Vou experimentar levantar voo de Los Angeles.
Acabei de fazer um voo rasante a umas montanhas, mas safei-me.
Los Angeles é muito melhor que Heathrow.
Vou tentar aterrar o o bicho.
Até um dia
Realizei um dos meus sonhos de adolescente
Acabei de pilotar um F16.
Uauuuuuuuuuuuuu.
Fantástico!
Espectacular!
Pena que já me tenha despenhado.
O Google Earth é o máximo!
Uauuuuuuuuuuuuu.
Fantástico!
Espectacular!
Pena que já me tenha despenhado.
O Google Earth é o máximo!
sábado, março 07, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
domingo, fevereiro 22, 2009
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Pensamentos
De Arafat, cravo vermelho e com o meu vestido preto, eu nunca me comprometo!
Ou comprometo????
Ou comprometo????
terça-feira, fevereiro 10, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
sábado, janeiro 10, 2009
Quando
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