quinta-feira, setembro 27, 2007
domingo, agosto 26, 2007
Diz que
o Montemaior foi considerado o blog da semana da Janela Indiscreta, pelo Pedro Rolo Duarte na Antena 1.
Eu não ouvi. Disseram-me...
Embora me custe a acreditar - a actualização do blog anda tão escassa - agradeço desde já a distinção.
Agora, com o final das escavações, pode ser que consiga algum tempinho para postar qualquer coisita....
Quanto aos resultados das escavações:
Se por um lado se confirmam e reforçam algumas teorias, outras ficam ainda por confirmar, entre as quais a principal.
Mais uma vez a terra do castelo não desiludiu e os resultados estão à vista!
Está aqui a prova:
http://multimedia.rtp.pt/index.php?prog=2361
Eu não ouvi. Disseram-me...
Embora me custe a acreditar - a actualização do blog anda tão escassa - agradeço desde já a distinção.
Agora, com o final das escavações, pode ser que consiga algum tempinho para postar qualquer coisita....
Quanto aos resultados das escavações:
Se por um lado se confirmam e reforçam algumas teorias, outras ficam ainda por confirmar, entre as quais a principal.
Mais uma vez a terra do castelo não desiludiu e os resultados estão à vista!
Está aqui a prova:
http://multimedia.rtp.pt/index.php?prog=2361
domingo, agosto 19, 2007
Achados
Com as escavações a uma semana do final, o achado mais espectacular que fizémos foi:
Um FIAT PUNTO......
Um FIAT PUNTO......
domingo, maio 06, 2007
quarta-feira, maio 02, 2007
Ontem
Etiquetas:
caminhadas,
eco-pista
terça-feira, maio 01, 2007
terça-feira, abril 24, 2007
25 de Abril
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Foi ao som desta música do saudoso Zeca Afonso que, no dia 25 de Abril de 1974, se iniciou o mais bonito momento da História deste País.
VIVA O 25 DE ABRIL!
VIVA A LIBERDADE!
quinta-feira, abril 19, 2007
quarta-feira, abril 11, 2007
quarta-feira, abril 04, 2007
Rua da Calçada
A Rua da Calçada constitui actualmente a Rua Condessa de Valenças, existindo ainda um pequeno troço, junto á G.N.R., que mantém o antigo nome de rua da Calçada. Aqui a rua é em escadas e possui uma porta gótica entaipada numa das suas paredes.


Já existia no século XV, devendo o seu nome, certamente, ao facto de ter sido uma das primeiras ruas da vila a possuir calçada. Este melhoramento deve ter sido mais necessário devido ao seu acentuado declive.

Deveria constituir na Idade Média e tal como actualmente a principal ligação entre o Castelo e o arrabalde

Já existia no século XV, devendo o seu nome, certamente, ao facto de ter sido uma das primeiras ruas da vila a possuir calçada. Este melhoramento deve ter sido mais necessário devido ao seu acentuado declive.
Deveria constituir na Idade Média e tal como actualmente a principal ligação entre o Castelo e o arrabalde
segunda-feira, abril 02, 2007
domingo, abril 01, 2007
sábado, março 31, 2007
Revista Almansor
Na passada sexta-feira, o novíssimo Centro Interpretativo do Castelo de Montemor viu acontecer o seu primeiro (espero que de muitos) acontecimento cultural.
Tratou-se da apresentação do N.º 5 da 2.ª série da Revista Almansor, reconhecida como uma das melhores revistas locais do nosso país, ou não fosse ela coordenada pelo Dr. Jorge Fonseca, ímpar historiador e conhecedor da história de Montemor-o-Novo.
Com uma apresentação gráfica cuidada e atraente, este número reverte-se de especial importância para o conhecimento de Montemor-o-Novo na época medieval, com a publicação de um artigo do Dr. Manuel Branco intitulado "Subsídios documentais para a História de Montemor (Século XIV)". Aqui se resumem 138 documentos inéditos do século XIV referentes a Montemor que em muito irão contribuir para o conhecimento histórico desta época.
Este número da Revista inicia-se com a publicação das actas do Colóquio "O Tempo de S. João de Deus. História e Cultura", que ocorreu em Montemor em 2005, integrado nas comemorações dos 400 anos da presença da Ordem hospitaleira em Portugal.
Para os interessados aqui vai o Índice:
Colóquio: O Tempo de S. João de Deus. História e Cultura
- "João Cidade, a identidade portuguesa e a dimensão universal de S. João de Deus", por Aires Gameiro;
- "Llegada a Portugal de los Hermanos de San Juan de Dios", por José Sánchez Martinez;
- "A Ordem Hospitaleira de S. João de Deus e a misericórdia de Montemor-o-Novo: dois séculos de tensões", por Teresa Fonseca;
- João Cidade regressa a Montemor como S. João de Deus, por Joaquim Chorão Lavajo;
- "Reais Hospitais Militares de S. João de Deus e a defesa do Alentejo", por Augusto Moutinho Borges;
- "Memorial del convento: Presencia de los hermanos de San Juan de Dios en la vill de Olivenza", por Luis Alfonso Limpo Piriz;
- "A Alimentação nos Hospitais Ocidentais (Séculos XV-XVII) - Reflexo de uma cultura medieval", por Margarida Reffóis;
- "O Espirito de S. João de Deus e a assistência aos doentes mentais no Hospital de Todos os Santos", por anastácia Mestrinho Salgado;
- "A Festa de caninozação de S. João de Deus", por Manuela Milheiro;
- " O retábulo do calvário do Senhor Jesus Crucificado da Igreja do antigo Convento de s. joão de Deus de Montemor-o-Novo: antecedentes formais e iconográficos", por Francisco Lameira;
- "Azulejos alusivos a S. João de Deus na Grande Lisboa", por Madalena Esperança Pina;
- "Para a Historiografia de S. João de Deus (novas achegas), por Manuel Cadafaz de Matos;
Outros Temas:
- "Subsídeos documentais para a história de Montemor (Seculo XIV)", por Manuel Branco;
- "História de montemor: Dos donos da quinta de D. Francisco", por António Vacas de Carvalho e João Baptista Malta;
- "Principalidade ded Lavre (séculoXVII-XVIII)", por Jorge Veiga Testos;
- "O Ferro e a arte em Montemor-o-Novo. A Porta Férrea da Igreja de s. joão de Deus", por Augusto moutinho Borges;
- "Contributos Para a História da arquitectura e do urbanismo em montemor-o-Novo, d século XVI ao XIX. III- O Asilo montemorense da Infãncia Desvalida no contexto da educação feminina em Portugal nos finais do Século XIX", por Ana Margarifa Portela e Francisco Queiroz;
Tratou-se da apresentação do N.º 5 da 2.ª série da Revista Almansor, reconhecida como uma das melhores revistas locais do nosso país, ou não fosse ela coordenada pelo Dr. Jorge Fonseca, ímpar historiador e conhecedor da história de Montemor-o-Novo.
Com uma apresentação gráfica cuidada e atraente, este número reverte-se de especial importância para o conhecimento de Montemor-o-Novo na época medieval, com a publicação de um artigo do Dr. Manuel Branco intitulado "Subsídios documentais para a História de Montemor (Século XIV)". Aqui se resumem 138 documentos inéditos do século XIV referentes a Montemor que em muito irão contribuir para o conhecimento histórico desta época.
Este número da Revista inicia-se com a publicação das actas do Colóquio "O Tempo de S. João de Deus. História e Cultura", que ocorreu em Montemor em 2005, integrado nas comemorações dos 400 anos da presença da Ordem hospitaleira em Portugal.
Para os interessados aqui vai o Índice:
Colóquio: O Tempo de S. João de Deus. História e Cultura
- "João Cidade, a identidade portuguesa e a dimensão universal de S. João de Deus", por Aires Gameiro;
- "Llegada a Portugal de los Hermanos de San Juan de Dios", por José Sánchez Martinez;
- "A Ordem Hospitaleira de S. João de Deus e a misericórdia de Montemor-o-Novo: dois séculos de tensões", por Teresa Fonseca;
- João Cidade regressa a Montemor como S. João de Deus, por Joaquim Chorão Lavajo;
- "Reais Hospitais Militares de S. João de Deus e a defesa do Alentejo", por Augusto Moutinho Borges;
- "Memorial del convento: Presencia de los hermanos de San Juan de Dios en la vill de Olivenza", por Luis Alfonso Limpo Piriz;
- "A Alimentação nos Hospitais Ocidentais (Séculos XV-XVII) - Reflexo de uma cultura medieval", por Margarida Reffóis;
- "O Espirito de S. João de Deus e a assistência aos doentes mentais no Hospital de Todos os Santos", por anastácia Mestrinho Salgado;
- "A Festa de caninozação de S. João de Deus", por Manuela Milheiro;
- " O retábulo do calvário do Senhor Jesus Crucificado da Igreja do antigo Convento de s. joão de Deus de Montemor-o-Novo: antecedentes formais e iconográficos", por Francisco Lameira;
- "Azulejos alusivos a S. João de Deus na Grande Lisboa", por Madalena Esperança Pina;
- "Para a Historiografia de S. João de Deus (novas achegas), por Manuel Cadafaz de Matos;
Outros Temas:
- "Subsídeos documentais para a história de Montemor (Seculo XIV)", por Manuel Branco;
- "História de montemor: Dos donos da quinta de D. Francisco", por António Vacas de Carvalho e João Baptista Malta;
- "Principalidade ded Lavre (séculoXVII-XVIII)", por Jorge Veiga Testos;
- "O Ferro e a arte em Montemor-o-Novo. A Porta Férrea da Igreja de s. joão de Deus", por Augusto moutinho Borges;
- "Contributos Para a História da arquitectura e do urbanismo em montemor-o-Novo, d século XVI ao XIX. III- O Asilo montemorense da Infãncia Desvalida no contexto da educação feminina em Portugal nos finais do Século XIX", por Ana Margarifa Portela e Francisco Queiroz;
segunda-feira, março 26, 2007
Triste dia para Portugal
E ainda mais triste para a nossa democracia e para aqueles que tão duramente a conquistaram.
Não pode ser verdade!!!!
Não pode ser verdade!!!!
sábado, março 24, 2007
quinta-feira, março 22, 2007
Não está fácil publicar fotos no blog
a meio do download a internet vai abaixo. Isto acontece sete ou oito vezes até conseguir postar uma foto.
Será problema do blogger ou da minha internet
Será problema do blogger ou da minha internet
quarta-feira, março 21, 2007
Fonte das Fontainhas

A Fonte das Fontainhas localizada na encosta Norte do Castelo, deve ter constituido uma das mais antigas fontes de abastecimento de água quer ás populações do arrabalde quer inclusivamente às populações que habitavam o interior muralhado do Castelo.
Apesar de se desconhecer a data da sua construção, o escudo real que apresenta no seu frontão atesta a sua antiguidade.
Diz o povo que "Água como a das Fontaínhas, não há igual em Montemor"
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