em que o meu local de trabalho é tão divertido...
Pode não ser muito seguro, mas é muito divertido!
segunda-feira, setembro 14, 2009
Tem dias
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MonteMaior
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Coisas e loisas
sexta-feira, setembro 11, 2009
gostei
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quinta-feira, setembro 10, 2009
O cúmulo do azar é
escavar um silo cheio de peças inteiras lindas dos séculos XIV e XV e chegar ao fim e encontrar um caco de faiança do século XVII.
E não, não caiu de lado nenhum. Estava lá, na terra do silo. Encontrei-o eu.
Damn it.
E não, não caiu de lado nenhum. Estava lá, na terra do silo. Encontrei-o eu.
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quinta-feira, setembro 10, 2009
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quarta-feira, setembro 09, 2009
A primeira referência à receita do Coelho à S. Cristóvão?
Só faltam os coentros.

in R.P. Foster (1818) - "Collection of the most celebrated voyages and travels from the discovery of America to th present time", pp. 306;
in Googlebooks
in R.P. Foster (1818) - "Collection of the most celebrated voyages and travels from the discovery of America to th present time", pp. 306;
in Googlebooks
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sexta-feira, setembro 04, 2009
Dia Fatídico
Na próxima segunda-feira vai acontecer uma coisa em Montemor que eu nunca julguei possível.
Ainda não acho possível...
Por várias razões.
Porque se abre um grave precedente!
Por causa das somas astronómicas envolvidas num evento de pouco mais de uma hora!
Não compreendo, não acredito, não quero compreender nem acreditar!
Ainda não acho possível...
Por várias razões.
Porque se abre um grave precedente!
Por causa das somas astronómicas envolvidas num evento de pouco mais de uma hora!
Não compreendo, não acredito, não quero compreender nem acreditar!
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domingo, agosto 30, 2009
Espectacular!!!
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sexta-feira, agosto 28, 2009
Agradecimento e pedido
Agradeço publicamente à pessoa que durante a tarde de ontem ou a noite de hoje retirou do silo uma peça inteira e a deixou na escavação ao lado do sítio de onde a retirou.
Mas, para a próxima, se a houver, limite-se a observar e a não mexer. Estará a danificar e a destruir para sempre realidades e informações arqueológicas que nunca mais poderão ser repostas.
Para além disso, e tendo em conta o sítio de onde a peça foi retirada, poderá estar a por em risco a sua integridade física.
Obrigado.
Mas, para a próxima, se a houver, limite-se a observar e a não mexer. Estará a danificar e a destruir para sempre realidades e informações arqueológicas que nunca mais poderão ser repostas.
Para além disso, e tendo em conta o sítio de onde a peça foi retirada, poderá estar a por em risco a sua integridade física.
Obrigado.
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sexta-feira, agosto 28, 2009
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terça-feira, agosto 18, 2009
A sofrer II
De dor de costas
e de
nervos.
NERVOS!!!!!!
(ai a minha vidinha)
e de
nervos.
NERVOS!!!!!!
(ai a minha vidinha)
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terça-feira, agosto 18, 2009
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segunda-feira, agosto 03, 2009
A sofrer
da ressaca das fotos.
Vou de férias sem a minha máquina.
O QUE SERÁ DE MIM????????
e a dúvida persiste
P90 já
ou
D5000 dentro de alguns meses???
Somebody help me...
Ai a minha vidinha...
Vou de férias sem a minha máquina.
O QUE SERÁ DE MIM????????
e a dúvida persiste
P90 já
ou
D5000 dentro de alguns meses???
Somebody help me...
Ai a minha vidinha...
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domingo, julho 19, 2009
Prisão em si
Erguiam escadas
Partiam muros
E agora quem se lixa sou eu que tenho que interpretar a lógica urbanística dos pseudo-arquitectos de há quinhentos anos.
Não me queixo. É mesmo disto que eu gosto. Está linda a escavação.
E eu que já andava de olhos postos noutro local, reapaixonei-me por este e agora só me apetece escavar aquilo tudo.
Tivesse eu o luxo de poder contar sempre com uma equipa como a do turno passado e em dois meses não sei onde chegaríamos.
OBRIGADO!
(voces sabem quem são)
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quarta-feira, julho 08, 2009
É bom quando
3 dias depois de começar se começam a rever teorias...
É bom!
É mesmo muito bom!
É bom!
É mesmo muito bom!
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quarta-feira, julho 08, 2009
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terça-feira, junho 30, 2009
Era uma vez
uma jovem arqueóloga que trabalhava num castelo encantado.
Apesar de muito bonito, esse castelo possuía monstros terríveis que assustavam o mais temerário dos heróis.
A nossa arqueóloga, apesar de corajosa, vivia atormentada com a possibilidade de se encontrar um dia com um desses monstros horrendos. Na verdade fazia-se de forte pegando e brincando com um monstro de madeira que aterrorizava a sua colega turista, apenas para exorcizar o pavor que tinha desses bichos. Este exercício revelava-se sempre bastante gratificante e divertido para a nossa jovem arqueóloga e para todos quantos assistiam ao fabuloso espectáculo da nossa querida turista a correr, a saltar e a gritar à frente da jovem arqueóloga que a perseguia com o monstro articulado de madeira na mão.
- PARA, PÁRA, PÁRA COM ISSO JÁ OU VOU-ME CHATEAR!
Dizia a turista horrorizada.
Mas divertido, divertido era quando a nossa jovem arqueóloga e seus compinchas do crime escondiam o monstro debaixo de cadeira, dentro de uma gaveta ou até mesmo no interior da mala da turista. Os seus gritos, quando descobria o monstro articulado de brincar, ecoavam pelas muralhas do castelo encantado, havendo até testemunhas que a dizem ter ouvido na cidade.
Havia também depois a jovem da luva branca que temia pela sua vida sempre que se deparava com os pega-monstros que se passeavam vagarosamente pelas paredes brancas do castelo encantado. Mas, corajosa como era, nada temia e consta que vai agora trabalhar para um país tropical cheio de monstros jurássicos.
Às vezes apareciam monstros voadores que mais não eram que descendentes do temível arqueopterix. Estes aparecimentos repentinos levavam a jovem arqueóloga e a jovem desenhista a refugiarem-se o mais rápido possível no interior de um dos salões do castelo, até que um dos seus colegas patrimónicos ou espacio-temporais as viesse salvar, mandando os pequenos monstros nojentos para o quinto dos infernos.
Os monstros apareciam em todos os locais. Até nos salões onde habitavam as nossas heroínas. Um dia, ao deslocar um quadro de uma parede, a jovem arqueóloga começou a ver umas patas, e depois mais um par de patas, e mais patas, e ainda mais patas. Patas grandes, patas pequenas, patas adolescentes e patas bebés. Era um sem fim de patas que só foram dizimadas pela acção do sapato de um herói inesperado.
Por vezes, os habitantes do castelo encantado encontravam monstros nunca antes vistos e completamente desconhecidos do mundo da ciência. Sonhavam até que um dia, David Attenborough viesse até ao castelo encantado realizar um dos programas da série BBC, Vida Selvagem. Aí sim, todo o mundo saberia o sofrimento e o horror que ali se vivia com toda a espécie de monstros malvados e prontos a atacar quem lhes fizesse frente.
Mas as nossas heroínas e mais uns quantos trabalhadores sazonais tudo faziam pelo bem do seu querido e amado castelo.
Houve até uma altura em que enfrentavam diariamente um exército de centenas de milhar de moscas assassinas, para resgatar dos confins do seu castelo tesouros escondidos há milhares de anos pelos seus antepassados temendo a tomada de poder pelos monstros mutantes que já nessa altura habitavam o castelo encantado.
Mas, voltemos à história da jovem arqueóloga.
Um dia, de manhã, pela fresca, que é quando os monstros se encontram ainda recolhidos nas suas tocas, saiu do seu castelo a jovem e destemida arqueóloga.
A manhã tinha sido calma e o dia apresentava-se ligeiramente enevoado, mas com uma temperatura agradável.
Depois do café e da volta matinal pelos mails, a jovem arqueóloga recolheu toda a documentação que precisava e saiu feliz e contente do palácio do interior do castelo.
Como já era verão e o calor tinha apertado nos dias anteriores, a jovem arqueóloga calçava umas lindas sandálias abertas que protegiam os seus frágeis pés de princesa.
Ia a jovem arqueóloga a dar a curva de acesso ao arco que a levaria para o meio da selva onde já se encontravam a jovem das luvas brancas e o jovem patrimónico a lutar furiosamente contra os monstros vegetais, quando de repente…
O PIOR ACONTECEU!
A jovem arqueóloga sentiu algo a mexer nos pés.
Calma. Pode ser só uma pedra. Pode ser uma erva. Pode ser uma pena. É de certeza uma simples pena de um passarinho.
Pensou a jovem arqueóloga.
Sim, seria uma pena.
Talvez a pena caída de uma das tantas andorinhas que por ali esvoaçavam.
O toque tinha sido muito rápido e subtil.
O que mais poderia ser? Os monstros não andam assim em terreno aberto onde podem ser atacados pelas armas automáticas dos guerrilheiros do castelo encantado.
E depois…
Numa fracção de segundo…
A jovem arqueóloga olhou para o chão…
Algo se mexeu rapidamente…
AAAAAAAAHHHHHH!!!!!
E o seu coração parou…
É o fim, pensou!
O meu coração não vai aguentar tamanho horror.
Morrerei!
Mas morrerei lutando contra este monstro aterrador que os meus olhos veêm!
O seu corpo estava hirto. Nada se mexia.
O fim aproximava-se rapidamente!
Mas então, algo de extraordinário aconteceu.
A jovem arqueóloga conseguiu mexer os olhos e olhou para o chão.
E viu.
E viu que o monstro horrendo que a atemorizava lutava desesperadamente para se esconder.
O monstro era uma pequena cobra, cinzenta às bolinhas amarelas, que também ela estava aterrorizada e que só queria sair dali e ir para um sítio onde nenhum humano a pudesse ver, nem por-lhe um pé em cima, nem mandar-lhe uma pedra, nem fazer-lhe mal.
A jovem arqueóloga ficou ali, quieta, para não assustar a pequena cobra, observando como ela serpenteava em direcção a um lugar seguro para se esconder e nunca mais na sua vida ser vista por um humano.
E assim termina a história da jovem arqueóloga no seu castelo encantado.
Esta história é dedicada á jovem turista e a todos quanto lutam por um futuro de paz entre homens e animais.
(De preferência sem touradas nem patas partidas a pombos para lhe tirar anilhas)
Apesar de muito bonito, esse castelo possuía monstros terríveis que assustavam o mais temerário dos heróis.
A nossa arqueóloga, apesar de corajosa, vivia atormentada com a possibilidade de se encontrar um dia com um desses monstros horrendos. Na verdade fazia-se de forte pegando e brincando com um monstro de madeira que aterrorizava a sua colega turista, apenas para exorcizar o pavor que tinha desses bichos. Este exercício revelava-se sempre bastante gratificante e divertido para a nossa jovem arqueóloga e para todos quantos assistiam ao fabuloso espectáculo da nossa querida turista a correr, a saltar e a gritar à frente da jovem arqueóloga que a perseguia com o monstro articulado de madeira na mão.
- PARA, PÁRA, PÁRA COM ISSO JÁ OU VOU-ME CHATEAR!
Dizia a turista horrorizada.
Mas divertido, divertido era quando a nossa jovem arqueóloga e seus compinchas do crime escondiam o monstro debaixo de cadeira, dentro de uma gaveta ou até mesmo no interior da mala da turista. Os seus gritos, quando descobria o monstro articulado de brincar, ecoavam pelas muralhas do castelo encantado, havendo até testemunhas que a dizem ter ouvido na cidade.
Havia também depois a jovem da luva branca que temia pela sua vida sempre que se deparava com os pega-monstros que se passeavam vagarosamente pelas paredes brancas do castelo encantado. Mas, corajosa como era, nada temia e consta que vai agora trabalhar para um país tropical cheio de monstros jurássicos.
Às vezes apareciam monstros voadores que mais não eram que descendentes do temível arqueopterix. Estes aparecimentos repentinos levavam a jovem arqueóloga e a jovem desenhista a refugiarem-se o mais rápido possível no interior de um dos salões do castelo, até que um dos seus colegas patrimónicos ou espacio-temporais as viesse salvar, mandando os pequenos monstros nojentos para o quinto dos infernos.
Os monstros apareciam em todos os locais. Até nos salões onde habitavam as nossas heroínas. Um dia, ao deslocar um quadro de uma parede, a jovem arqueóloga começou a ver umas patas, e depois mais um par de patas, e mais patas, e ainda mais patas. Patas grandes, patas pequenas, patas adolescentes e patas bebés. Era um sem fim de patas que só foram dizimadas pela acção do sapato de um herói inesperado.
Por vezes, os habitantes do castelo encantado encontravam monstros nunca antes vistos e completamente desconhecidos do mundo da ciência. Sonhavam até que um dia, David Attenborough viesse até ao castelo encantado realizar um dos programas da série BBC, Vida Selvagem. Aí sim, todo o mundo saberia o sofrimento e o horror que ali se vivia com toda a espécie de monstros malvados e prontos a atacar quem lhes fizesse frente.
Mas as nossas heroínas e mais uns quantos trabalhadores sazonais tudo faziam pelo bem do seu querido e amado castelo.
Houve até uma altura em que enfrentavam diariamente um exército de centenas de milhar de moscas assassinas, para resgatar dos confins do seu castelo tesouros escondidos há milhares de anos pelos seus antepassados temendo a tomada de poder pelos monstros mutantes que já nessa altura habitavam o castelo encantado.
Mas, voltemos à história da jovem arqueóloga.
Um dia, de manhã, pela fresca, que é quando os monstros se encontram ainda recolhidos nas suas tocas, saiu do seu castelo a jovem e destemida arqueóloga.
A manhã tinha sido calma e o dia apresentava-se ligeiramente enevoado, mas com uma temperatura agradável.
Depois do café e da volta matinal pelos mails, a jovem arqueóloga recolheu toda a documentação que precisava e saiu feliz e contente do palácio do interior do castelo.
Como já era verão e o calor tinha apertado nos dias anteriores, a jovem arqueóloga calçava umas lindas sandálias abertas que protegiam os seus frágeis pés de princesa.
Ia a jovem arqueóloga a dar a curva de acesso ao arco que a levaria para o meio da selva onde já se encontravam a jovem das luvas brancas e o jovem patrimónico a lutar furiosamente contra os monstros vegetais, quando de repente…
O PIOR ACONTECEU!
A jovem arqueóloga sentiu algo a mexer nos pés.
Calma. Pode ser só uma pedra. Pode ser uma erva. Pode ser uma pena. É de certeza uma simples pena de um passarinho.
Pensou a jovem arqueóloga.
Sim, seria uma pena.
Talvez a pena caída de uma das tantas andorinhas que por ali esvoaçavam.
O toque tinha sido muito rápido e subtil.
O que mais poderia ser? Os monstros não andam assim em terreno aberto onde podem ser atacados pelas armas automáticas dos guerrilheiros do castelo encantado.
E depois…
Numa fracção de segundo…
A jovem arqueóloga olhou para o chão…
Algo se mexeu rapidamente…
AAAAAAAAHHHHHH!!!!!
E o seu coração parou…
É o fim, pensou!
O meu coração não vai aguentar tamanho horror.
Morrerei!
Mas morrerei lutando contra este monstro aterrador que os meus olhos veêm!
O seu corpo estava hirto. Nada se mexia.
O fim aproximava-se rapidamente!
Mas então, algo de extraordinário aconteceu.
A jovem arqueóloga conseguiu mexer os olhos e olhou para o chão.
E viu.
E viu que o monstro horrendo que a atemorizava lutava desesperadamente para se esconder.
O monstro era uma pequena cobra, cinzenta às bolinhas amarelas, que também ela estava aterrorizada e que só queria sair dali e ir para um sítio onde nenhum humano a pudesse ver, nem por-lhe um pé em cima, nem mandar-lhe uma pedra, nem fazer-lhe mal.
A jovem arqueóloga ficou ali, quieta, para não assustar a pequena cobra, observando como ela serpenteava em direcção a um lugar seguro para se esconder e nunca mais na sua vida ser vista por um humano.
E assim termina a história da jovem arqueóloga no seu castelo encantado.
Esta história é dedicada á jovem turista e a todos quanto lutam por um futuro de paz entre homens e animais.
(De preferência sem touradas nem patas partidas a pombos para lhe tirar anilhas)
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terça-feira, junho 30, 2009
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Por causa dele
Vou comprar uma coisa que disse nunca compraria.
Um dvd dos Gormits.
Tudo para o ver feliz...
Um dvd dos Gormits.
Tudo para o ver feliz...
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terça-feira, junho 30, 2009
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"Lavana no rio, Cabania"
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terça-feira, junho 30, 2009
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sexta-feira, junho 05, 2009
O nosso Alentejo
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MonteMaior
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sexta-feira, junho 05, 2009
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domingo, maio 24, 2009
Uma das melhores, senão a melhor
definição do trabalho de um arqueólogo:
"Imagine-se um cenário teatral, onde decorre uma acção e sobre o qual a luz dos projectores incide apenas a espaços. A maior parte do enredo desenrola-se na penumbra e ouvem-se algumas vozes, nem sempre perceptíveis. No final somos obrigados a tentar reconstituir o conjunto da narrativa, apesar dos dados serem insuficientes e de não termos conseguido visualizar a maior parte das coisas que aconteceram"
MACIAS, Santiago (2005) - "Mértola. O último porto do Mediterrâneo", Vol. I, Campo Arqueológico de Mértola;
"Imagine-se um cenário teatral, onde decorre uma acção e sobre o qual a luz dos projectores incide apenas a espaços. A maior parte do enredo desenrola-se na penumbra e ouvem-se algumas vozes, nem sempre perceptíveis. No final somos obrigados a tentar reconstituir o conjunto da narrativa, apesar dos dados serem insuficientes e de não termos conseguido visualizar a maior parte das coisas que aconteceram"
MACIAS, Santiago (2005) - "Mértola. O último porto do Mediterrâneo", Vol. I, Campo Arqueológico de Mértola;
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domingo, maio 24, 2009
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quinta-feira, maio 21, 2009
Agradecimento II
Já que estou numa fase de agradecimentos, aproveito também para agradecer aqui publicamente ao meu banco, o facto de nos próximos seis meses ser roubada em menos 249 Euros, que aquilo que estava a ser roubada nos seis meses anteriores.
Muito obrigada pelo desconto no roubo.
Fico muito agradecida!
Espero que os assaltos mensais à minha conta bancária continuem a contribuir para o contínuo aumento dos vossos lucros!
A bem da saúde financeira do banco!
A bem da crise!
A bem da nação!
Muito obrigada pelo desconto no roubo.
Fico muito agradecida!
Espero que os assaltos mensais à minha conta bancária continuem a contribuir para o contínuo aumento dos vossos lucros!
A bem da saúde financeira do banco!
A bem da crise!
A bem da nação!
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quinta-feira, maio 21, 2009
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O prometido é devido
Venho aqui agradecer publicamente aquele senhor engenheiro que mora em S. Bento pela devolução a tempo e horas, aliás como ele tinha prometido, do meu I.R.S.
Não, não estou a ser sarcática.
Hoje dia 21 de Maio, ao consultar a desgraça que presumia ser o meu saldo, dou por mim felicissíma, ao ver que me tinha sido devolvida uma pequena parte daquilo que paguei, em 2008.
Muito obrigado senhor engenheiro!
Era tão bom se cumprisse sempre o prometido. Ah como seria bom...
Não, não estou a ser sarcática.
Hoje dia 21 de Maio, ao consultar a desgraça que presumia ser o meu saldo, dou por mim felicissíma, ao ver que me tinha sido devolvida uma pequena parte daquilo que paguei, em 2008.
Muito obrigado senhor engenheiro!
Era tão bom se cumprisse sempre o prometido. Ah como seria bom...
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quinta-feira, maio 21, 2009
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sexta-feira, maio 15, 2009
Juan Zozaya homenageando Rosselló-Bordoy
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sexta-feira, maio 15, 2009
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Não percebo
o que falta a este sítio




para ser património da humanidade....
beleza, calor e investigação arqueológica em quantidade e qualidade não será de certeza!
para ser património da humanidade....
beleza, calor e investigação arqueológica em quantidade e qualidade não será de certeza!
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MonteMaior
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sexta-feira, maio 15, 2009
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