Sig é um sistema de informação geográfica. O Sig é muito importante porque dá para fazer muitas coisas, com imagens, plantas, mapas etc.
o arcgis é o programa que dá para fazer essas coisas todas do Sig. Tem layers, dataframes, feature classes, geodatabases e mais coisas.
And that's all I know.....
Oh my God, I'm so very clever
E o teste é amanhã. LOL
quinta-feira, maio 08, 2008
SIG
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MonteMaior
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quinta-feira, maio 08, 2008
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Constatações (I)
ou mais uma desculpa para não estudar Sig.
"A cera facial veet não remove pêlos muito curtos".
Teremos assim que deixar crescer uns farfalhudos bigodes para que dê resultado?
Mulher sofre. Apre!
"A cera facial veet não remove pêlos muito curtos".
Teremos assim que deixar crescer uns farfalhudos bigodes para que dê resultado?
Mulher sofre. Apre!
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MonteMaior
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quinta-feira, maio 08, 2008
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Memórias. O Monte do Marquinho (1)
Ou todas as desculpas e mais algumas para não estudar Sig.
Guardo do Monte do Marquinho as memórias mais felizes da minha infância.
Foi aqui que morei dos dois aos sete anos. E era apara aqui, para a casa dos meus avós, que vinha nas férias grandes, e em todas as outras férias escolares, feriados ou sempre que não tivesse escola.
Era aqui que me sentia verdadeiramente feliz, embora acho que não tivesse consciência disso.
Na casa dos meus avós não havia água canalizada nem casa de banho.
Íamos ao poço buscar a água em cântaros de barro. Havia também uns cântaros maiores de plástico azul, mas esses por serem muito pesados, só o meu avô é que os utilizava. Eu tinha uma cantarinha de barro e um pequeno regador verde-claro que utilizava para ajudar a carregar a água, a regar as flores da minha avó e a dar água aos cães, galinhas e coelhos.
A questão da casa de banho era mais complicada. Primeiro tomávamos banho nuns grandes alguidares de plástico. Para nós, crianças, o alguidar era colocado no meio da cozinha que funcionava também como sala de estar e que era também a casa de entrada. Os adultos tomavam banho nos quartos.
Depois o meu pai e o meu avô fizeram uma espécie de uma barraca de madeira nas traseiras da casa com pouco mais de um metro quadrado, pelo que me lembro. Numa das paredes colocaram um balde de alumínio em que fizeram um furo para colocar o bico de um regador com uma torneira. Esse balde de alumínio deveria ter capacidade para cinco a dez litros. Quando queríamos tomar banho íamos buscar a água às panelas de ferro que estavam sempre ao lume, cheias de água. Depois com água fria amornávamos a água. E assim tomávamos banho com cinco ou dez litros de água. Lembro-me que quando entrei para a escola primária que ficava perto da nossa casa eu era das únicas, senão a única que tomava banho de chuveiro – aquilo a que hoje chamamos duche.
Quanto às outras necessidades, pois…
De noite utilizávamos um penico de faiança branca que se colocava debaixo da cama ou dentro de um compartimento próprio que existia nas mesas-de-cabeceira daquela altura. Durante o dia, íamos ao campo, atrás de uma oliveira, ou de um sobreiro.
O meu avô tinha expressões muito engraçadas. A expressão que ele utilizava quando nos queria dizer que ia fazer as suas necessidades era “arrear a calça”. Eu durante muitos anos perguntei-me o que quereria dizer esta expressão, mas não me lembro de alguma vez ter perguntado.
Eu e a minha irmã, arranjámos uma vez um bordo de uma grande talha de cerâmica, daquelas onde se guardavam as azeitonas. Como o bordo dessa talha tinha as dimensões adequadas adoptamo-la como nossa sanita. E sempre que a queríamos usar tínhamos de andar a perguntar à outra atrás de que oliveira a tinha deixado da última vez que a tinha utilizado.
E éramos tão felizes nessa altura. Pergunto-me o que seria de nós agora se, por algum motivo, tivéssemos que voltar àquelas condições.
No Monte do Marquinho fiz a minha primeira experiência científica.
Como ouvia dizer que a terra de se movia, decidi comprovar. O problema é que a minha noção de terra naquela altura era algo ingénua. Qual planeta Terra qual o quê. Assim, um belo dia, decidi escavar um buraco – deve vir daí a minha paixão por escavar buracos – e espetar-lhe um pau, decidida a observar as suas movimentações.
Não me lembro quantos dias ou semanas monitorizei aquele pau, que para minha grande desilusão se mantinha estático.

Esta é uma das minha imagens favoritas do Castelo. Em primeiro plano, vê-se o poço e o tanque da horta do Monte do Marquinho.
Guardo do Monte do Marquinho as memórias mais felizes da minha infância.
Foi aqui que morei dos dois aos sete anos. E era apara aqui, para a casa dos meus avós, que vinha nas férias grandes, e em todas as outras férias escolares, feriados ou sempre que não tivesse escola.
Era aqui que me sentia verdadeiramente feliz, embora acho que não tivesse consciência disso.
Na casa dos meus avós não havia água canalizada nem casa de banho.
Íamos ao poço buscar a água em cântaros de barro. Havia também uns cântaros maiores de plástico azul, mas esses por serem muito pesados, só o meu avô é que os utilizava. Eu tinha uma cantarinha de barro e um pequeno regador verde-claro que utilizava para ajudar a carregar a água, a regar as flores da minha avó e a dar água aos cães, galinhas e coelhos.
A questão da casa de banho era mais complicada. Primeiro tomávamos banho nuns grandes alguidares de plástico. Para nós, crianças, o alguidar era colocado no meio da cozinha que funcionava também como sala de estar e que era também a casa de entrada. Os adultos tomavam banho nos quartos.
Depois o meu pai e o meu avô fizeram uma espécie de uma barraca de madeira nas traseiras da casa com pouco mais de um metro quadrado, pelo que me lembro. Numa das paredes colocaram um balde de alumínio em que fizeram um furo para colocar o bico de um regador com uma torneira. Esse balde de alumínio deveria ter capacidade para cinco a dez litros. Quando queríamos tomar banho íamos buscar a água às panelas de ferro que estavam sempre ao lume, cheias de água. Depois com água fria amornávamos a água. E assim tomávamos banho com cinco ou dez litros de água. Lembro-me que quando entrei para a escola primária que ficava perto da nossa casa eu era das únicas, senão a única que tomava banho de chuveiro – aquilo a que hoje chamamos duche.
Quanto às outras necessidades, pois…
De noite utilizávamos um penico de faiança branca que se colocava debaixo da cama ou dentro de um compartimento próprio que existia nas mesas-de-cabeceira daquela altura. Durante o dia, íamos ao campo, atrás de uma oliveira, ou de um sobreiro.
O meu avô tinha expressões muito engraçadas. A expressão que ele utilizava quando nos queria dizer que ia fazer as suas necessidades era “arrear a calça”. Eu durante muitos anos perguntei-me o que quereria dizer esta expressão, mas não me lembro de alguma vez ter perguntado.
Eu e a minha irmã, arranjámos uma vez um bordo de uma grande talha de cerâmica, daquelas onde se guardavam as azeitonas. Como o bordo dessa talha tinha as dimensões adequadas adoptamo-la como nossa sanita. E sempre que a queríamos usar tínhamos de andar a perguntar à outra atrás de que oliveira a tinha deixado da última vez que a tinha utilizado.
E éramos tão felizes nessa altura. Pergunto-me o que seria de nós agora se, por algum motivo, tivéssemos que voltar àquelas condições.
No Monte do Marquinho fiz a minha primeira experiência científica.
Como ouvia dizer que a terra de se movia, decidi comprovar. O problema é que a minha noção de terra naquela altura era algo ingénua. Qual planeta Terra qual o quê. Assim, um belo dia, decidi escavar um buraco – deve vir daí a minha paixão por escavar buracos – e espetar-lhe um pau, decidida a observar as suas movimentações.
Não me lembro quantos dias ou semanas monitorizei aquele pau, que para minha grande desilusão se mantinha estático.
Esta é uma das minha imagens favoritas do Castelo. Em primeiro plano, vê-se o poço e o tanque da horta do Monte do Marquinho.
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quinta-feira, maio 08, 2008
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quarta-feira, maio 07, 2008
Hilariante
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MonteMaior
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quarta-feira, maio 07, 2008
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terça-feira, maio 06, 2008
Meu fado
O meu fado é Sig
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MonteMaior
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terça-feira, maio 06, 2008
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sábado, maio 03, 2008
Afinal
era só um mau contacto nuns fios e muito pó dentro da máquina.
Que alívio.
Já posso estudar Sig. Não amanhã. Porque amanhã vou escavar. Que bem que sabe!
Que alívio.
Já posso estudar Sig. Não amanhã. Porque amanhã vou escavar. Que bem que sabe!
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MonteMaior
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sábado, maio 03, 2008
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Seis horas de aulas de Sig depois
e a uma semana do teste, a única coisa que consigo dizer é F******. Estou literalmente lixada.
Não consigo. Por muitos exercícios que faça. Por muito que gostasse de saber fazer e de perceber, não vou lá. Ou eu sou muito burra ou aquilo é demasiado difícil. Ou então é o meu cérebro que está orientado para outras coisas. Eu sempre estive, provavelmente demasiado, ligada às letras e muito pouco ligada às matemáticas e às histórias da informática. De informática sei o básico. De matemática pouco mais sei que dois e dois são quatro.. E aquilo é informática do mais avançado que há. Eu sei que é importante saber, mas não dá. Sinto-me terrivelmente deprimida com tamanha burrice.
E para culminar um dia mau, nada melhor que chegar a casa, ligar o PC para fazer mais exercícios e o PC não ligar. Ou seja, é fim-de-semana, não tenho computador nem o arcgis instalado no PC do P.
Nem posso estudar nem mandar arranjar o raio do computador. Não haveria altura melhor para a m**** do computador avariar??????????
Amanhã será outro dia. E amanhã vou escavar.
Não consigo. Por muitos exercícios que faça. Por muito que gostasse de saber fazer e de perceber, não vou lá. Ou eu sou muito burra ou aquilo é demasiado difícil. Ou então é o meu cérebro que está orientado para outras coisas. Eu sempre estive, provavelmente demasiado, ligada às letras e muito pouco ligada às matemáticas e às histórias da informática. De informática sei o básico. De matemática pouco mais sei que dois e dois são quatro.. E aquilo é informática do mais avançado que há. Eu sei que é importante saber, mas não dá. Sinto-me terrivelmente deprimida com tamanha burrice.
E para culminar um dia mau, nada melhor que chegar a casa, ligar o PC para fazer mais exercícios e o PC não ligar. Ou seja, é fim-de-semana, não tenho computador nem o arcgis instalado no PC do P.
Nem posso estudar nem mandar arranjar o raio do computador. Não haveria altura melhor para a m**** do computador avariar??????????
Amanhã será outro dia. E amanhã vou escavar.
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MonteMaior
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sábado, maio 03, 2008
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quinta-feira, maio 01, 2008
O que eu gosto mesmo
é de escavar.
O que eu também gosto muito, mas não tanto como escavar, é dirigir uma escavação.
A sensação de chegar a uma sondagem e poder escavá-la o dia inteiro sem interrupções é maravilhosa.
Dirigir uma escavação com várias sondagens a serem escavadas ao mesmo tempo e com uma equipa de 20 a 30 pessoas é complicado, cansativo e tira-me muitas vezes o prazer de escavar.
É a sensação de não se pertencer a lado nenhum.
Posso começar a escavar numa sondagem, mas depois chamam-me da outra, e depois faltam sacos, ou fichas, ou o material não está em condições, ou tenho de ir buscar alguém, ou, menos vezes felizmente, levar algum para o hospital. E quando se chega à sondagem onde estávamos já lá está mais alguém a escavar o nosso buraquinho, ou aquilo que estávamos a escavar já foi escavado. Vamos depois para outra sondagem e a história repete-se.
Eu costumo muitas vezes dar nomes ás sondagens pelas pessoas que coordenam a escavação dessas sondagens. A sondagem do M., a Sondagem do A, do U. da V. e por aí adiante. E a minha sondagem qual é? São todas e não é nenhuma.
Depois é a questão da responsabilidade. Dos voluntários que têm que ter condições mínimas para escavar, dos OTL. que tem horários diferentes e de 15 em 15 dias tem que se fazer relatório, dos cadernos de campo que têm que ser impreterivelmente feitos todos os dias e por vezes demora-se mais de duas horas, é a alimentação, dormidas seguros, a preocupação constante se falhou o registo de informação importante e toda a imensa logística que implica fazer uma escavação arqueológica.
È evidente que não estou sozinha em todas estas tarefas, mas é muito desgastante para todos nós.
E perdem-se tantas coisas giras que acontecem numa escavação. Tanta coisa e tantas histórias que nos passam ao lado e que depois ao longo do ano se vão sabendo. Tantos amores de Verão…
Esta conversa toda para dizer que o que eu gosto mesmo é de escavar, sobretudo se for à sombra como hoje foi.
Este ano só vou marcar sondagens à sombra, quero lá saber.
O sol não mata mas queima e bem.
Não que eu me queime que eu sou fanática de protector solar factor 50+. E depois uma coisa que me irrita e me mexe com o sistema nervoso é certas pessoas andarem ao sol, sem camisola e sem protector solar. Cambada de irresponsáveis…
E os joelhos que não querem estar dobrados e as malditas vertigens. Sim porque isto de ter um quarto de século tem muito que se lhe diga...
Hoje, no 1º de Maio, cheguei a casa cansada, suja, com o corpo pesado mas com a alma leve. Não, não estive a trabalhar. Estive a divertir-me a fazer aquilo que realmente gosto.
Eu já disse que gosto muito de escavar???
Sábado e Domingo há mais.
Amanhã há Sig. Ai!!!!!!
O que eu também gosto muito, mas não tanto como escavar, é dirigir uma escavação.
A sensação de chegar a uma sondagem e poder escavá-la o dia inteiro sem interrupções é maravilhosa.
Dirigir uma escavação com várias sondagens a serem escavadas ao mesmo tempo e com uma equipa de 20 a 30 pessoas é complicado, cansativo e tira-me muitas vezes o prazer de escavar.
É a sensação de não se pertencer a lado nenhum.
Posso começar a escavar numa sondagem, mas depois chamam-me da outra, e depois faltam sacos, ou fichas, ou o material não está em condições, ou tenho de ir buscar alguém, ou, menos vezes felizmente, levar algum para o hospital. E quando se chega à sondagem onde estávamos já lá está mais alguém a escavar o nosso buraquinho, ou aquilo que estávamos a escavar já foi escavado. Vamos depois para outra sondagem e a história repete-se.
Eu costumo muitas vezes dar nomes ás sondagens pelas pessoas que coordenam a escavação dessas sondagens. A sondagem do M., a Sondagem do A, do U. da V. e por aí adiante. E a minha sondagem qual é? São todas e não é nenhuma.
Depois é a questão da responsabilidade. Dos voluntários que têm que ter condições mínimas para escavar, dos OTL. que tem horários diferentes e de 15 em 15 dias tem que se fazer relatório, dos cadernos de campo que têm que ser impreterivelmente feitos todos os dias e por vezes demora-se mais de duas horas, é a alimentação, dormidas seguros, a preocupação constante se falhou o registo de informação importante e toda a imensa logística que implica fazer uma escavação arqueológica.
È evidente que não estou sozinha em todas estas tarefas, mas é muito desgastante para todos nós.
E perdem-se tantas coisas giras que acontecem numa escavação. Tanta coisa e tantas histórias que nos passam ao lado e que depois ao longo do ano se vão sabendo. Tantos amores de Verão…
Esta conversa toda para dizer que o que eu gosto mesmo é de escavar, sobretudo se for à sombra como hoje foi.
Este ano só vou marcar sondagens à sombra, quero lá saber.
O sol não mata mas queima e bem.
Não que eu me queime que eu sou fanática de protector solar factor 50+. E depois uma coisa que me irrita e me mexe com o sistema nervoso é certas pessoas andarem ao sol, sem camisola e sem protector solar. Cambada de irresponsáveis…
E os joelhos que não querem estar dobrados e as malditas vertigens. Sim porque isto de ter um quarto de século tem muito que se lhe diga...
Hoje, no 1º de Maio, cheguei a casa cansada, suja, com o corpo pesado mas com a alma leve. Não, não estive a trabalhar. Estive a divertir-me a fazer aquilo que realmente gosto.
Eu já disse que gosto muito de escavar???
Sábado e Domingo há mais.
Amanhã há Sig. Ai!!!!!!
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MonteMaior
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quinta-feira, maio 01, 2008
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Escavações
terça-feira, abril 29, 2008
Não vou tecer comentários
acerca da organização de uma certa universidade portuguesa.
Parece que eu e os meus colegas vamos ter uma aula no dia 1 de Maio. Parece que no dia 2 de Maio eu os meus colegas vamos ter duas aulas simultaneamente(o dia inteiro). Parece também que nos dias 3 e 4 de Maio (Sábado e Domingo) eu e os meus colegas vamos ter aulas. Para quem durante dois meses praticamente só teve uma disciplina, vamos bem lançados!
Valha-me o facto de a aula de 1, 2, 3 e 4 de Maio me agradar muitíssimo. Vou sujar e recalejar as mãos num sítio que me agrada bastante. E é só por isso que muito provavelmente me vão apanhar lá no dia 1º de Maio.
E também não vou tecer comentários acerca das modalidades do pagamento de propinas. Internet, multibanco, qual quê. O pagamento é presencial para não haver duvídas.
E agora não vou mesmo tecer mais comentários nenhuns.
Haja paciencia.
Parece que eu e os meus colegas vamos ter uma aula no dia 1 de Maio. Parece que no dia 2 de Maio eu os meus colegas vamos ter duas aulas simultaneamente(o dia inteiro). Parece também que nos dias 3 e 4 de Maio (Sábado e Domingo) eu e os meus colegas vamos ter aulas. Para quem durante dois meses praticamente só teve uma disciplina, vamos bem lançados!
Valha-me o facto de a aula de 1, 2, 3 e 4 de Maio me agradar muitíssimo. Vou sujar e recalejar as mãos num sítio que me agrada bastante. E é só por isso que muito provavelmente me vão apanhar lá no dia 1º de Maio.
E também não vou tecer comentários acerca das modalidades do pagamento de propinas. Internet, multibanco, qual quê. O pagamento é presencial para não haver duvídas.
E agora não vou mesmo tecer mais comentários nenhuns.
Haja paciencia.
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terça-feira, abril 29, 2008
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mestradices
quinta-feira, abril 24, 2008
Orgulho
Do meu Avô, M. L., que arriscou a segurança e o bem-estar da sua família, para acolher na sua casa homens e mulheres que lutavam na clandestinidade contra a ditadura. O meu avô, que até aos últimos meses de vida manteve o mais puro e genuíno sentido de humor que alguma vez conheci. O meu avô que me carregou às cavalitas na primeira manifestação a que me lembro de ter ido, num 1º de Maio, em Évora.
Da minha avó N., que da pouca comida fazia muita para que quem ficava lá em casa, escondido, não passasse fome. Que comprou, de propósito, um grande tacho para poder cozinhar, ás vezes para mais de dez pessoas e que disse aos vizinhos que o tacho era para fazer os doces de Carnaval. A minha avó que me ensinou a fazer flores de papel para enfeitar as ruas da vila aquando do 25 de Abril e do 1º de Maio.
Da minha mãe, A., que emprestava o seu quarto para que nele se pudessem fazer as reuniões clandestinas e que desde muito cedo tinha como principal missão vigiar a casa, não fosse aparecer a GNR, ou até mesmo algum vizinho. A minha mãe que, alguns anos depois de vivermos em liberdade, estremecia e nos mandava entrar em casa, sempre que a GNR passava por perto.
Do meu pai, M. A., que não teve infância porque começou a trabalhar, no duro, aos oito anos. O meu pai, a quem roubaram a juventude, numa guerra estúpida e desnecessária. Guerra essa que hoje, mais de 40 anos depois de ter voltado, ainda não gosta de falar.
Do meu tio, J. A. a quem, desde quase bebé ensinaram que, se alguém perguntasse se tinha visitas em casa, respondesse que eram os tios que estavam de visita. O meu tio que perguntava quando é que os “tios” voltavam, quando passava algum tempo sem haver reuniões ou pessoas escondidas em casa dos meus avós.
Do meu avô, A. que teve uma vida muito dura mas que conseguiu criar, e muito bem, com a ajuda das suas irmãs A. e M. J., três filhos.
Da minha avó, M. A., que morreu cedo demais, decerto por falta de assistência médica, deixando três filhos muito pequenos.
Do meu tio, J. A. S, preso e torturado pela Pide. O meu tio, que contrariando os “avisos” da GNR, decidiu participar na manifestação em frente à Câmara, e onde acabaria por ser assassinado.
Dos seus filhos, A. e F., que perderam o pai cedo demais e dos seus netos que nunca tiveram a oportunidade de conhecer o avô maravilhoso que decerto teria sido.
Da minha tia, J., que poucos dias depois da revolução se despediu da casa onde trabalhava para poder finalmente ter a liberdade de participar nas festas, nos comícios e nas manifestações, porque a patroa era anti-revolução e nunca a deixaria participar neste tipo de acções.
Orgulho de todos eles e de quantos lutaram para acabar com a ditadura retrógrada que governou o país durante 48 anos.
A eles devo tudo o que fui, sou e serei. E a eles devo também a oportunidade de poder escrever livremente neste blog.
Porque o 25 de Abril é deles e de todos nós.
Bom 25 de Abril!
Da minha avó N., que da pouca comida fazia muita para que quem ficava lá em casa, escondido, não passasse fome. Que comprou, de propósito, um grande tacho para poder cozinhar, ás vezes para mais de dez pessoas e que disse aos vizinhos que o tacho era para fazer os doces de Carnaval. A minha avó que me ensinou a fazer flores de papel para enfeitar as ruas da vila aquando do 25 de Abril e do 1º de Maio.
Da minha mãe, A., que emprestava o seu quarto para que nele se pudessem fazer as reuniões clandestinas e que desde muito cedo tinha como principal missão vigiar a casa, não fosse aparecer a GNR, ou até mesmo algum vizinho. A minha mãe que, alguns anos depois de vivermos em liberdade, estremecia e nos mandava entrar em casa, sempre que a GNR passava por perto.
Do meu pai, M. A., que não teve infância porque começou a trabalhar, no duro, aos oito anos. O meu pai, a quem roubaram a juventude, numa guerra estúpida e desnecessária. Guerra essa que hoje, mais de 40 anos depois de ter voltado, ainda não gosta de falar.
Do meu tio, J. A. a quem, desde quase bebé ensinaram que, se alguém perguntasse se tinha visitas em casa, respondesse que eram os tios que estavam de visita. O meu tio que perguntava quando é que os “tios” voltavam, quando passava algum tempo sem haver reuniões ou pessoas escondidas em casa dos meus avós.
Do meu avô, A. que teve uma vida muito dura mas que conseguiu criar, e muito bem, com a ajuda das suas irmãs A. e M. J., três filhos.
Da minha avó, M. A., que morreu cedo demais, decerto por falta de assistência médica, deixando três filhos muito pequenos.
Do meu tio, J. A. S, preso e torturado pela Pide. O meu tio, que contrariando os “avisos” da GNR, decidiu participar na manifestação em frente à Câmara, e onde acabaria por ser assassinado.
Dos seus filhos, A. e F., que perderam o pai cedo demais e dos seus netos que nunca tiveram a oportunidade de conhecer o avô maravilhoso que decerto teria sido.
Da minha tia, J., que poucos dias depois da revolução se despediu da casa onde trabalhava para poder finalmente ter a liberdade de participar nas festas, nos comícios e nas manifestações, porque a patroa era anti-revolução e nunca a deixaria participar neste tipo de acções.
Orgulho de todos eles e de quantos lutaram para acabar com a ditadura retrógrada que governou o país durante 48 anos.
A eles devo tudo o que fui, sou e serei. E a eles devo também a oportunidade de poder escrever livremente neste blog.
Porque o 25 de Abril é deles e de todos nós.
Bom 25 de Abril!
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quinta-feira, abril 24, 2008
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25 de Abril
Porque é Abril
hoje trabalha-se a ouvir Zeca Afonso
O que faz falta é animar a malta...
O que faz falta é animar a malta...
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quarta-feira, abril 23, 2008
Há dias no mês que deveriam ser simplesmente abolidos.
A espera continua
A espera continua
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MonteMaior
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quarta-feira, abril 23, 2008
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terça-feira, abril 22, 2008
Porque é Abril e não podemos esquecer
"A minha mãe continuou a ceifar. Andava já com os pés em ferida e os colegas, com pena, juntaram-se para lhe comprar uns sapatos. Passámos tempos muito difíceis. Íamos para a bicha do pão e do toucinho e quando chegava a nossa vez já se tinham esgotado os mantimentos. Vínhamos embora de mãos vazias depois de tanto tempo de espera. Passámos muita fome. A minha mãe chegou a pedir pelos montes de pessoas conhecidas. Muitas vezes cozinhava tomates com sebo de vaca, sem qualquer tempero"
"Tinha sete anos quando comecei a ir à escola em S. Mateus. Fazia mais de uma hora de caminho. Mesmo no inverno levava pouca roupa. Ia muitas vezes descalça ou com uns tamancos de sola de pau, que me magoavam os pés. O único agasalho que tinha era um xaile preto, feito dos restos de outro xaile da minha mãe. No verão levava um chapéu de palha. Tinha então apenas dois vestidos que usava de Verão e de Inverno. Um era azul às riscas mais claras e outro era axadrezado de vermelho, amarelo e branco. Por baixo, usava uma camisinha e uma combinação de flanela. Nesse tempo nunca tive um casaquinho de malha, nem sabia o que isso era."
"No triste dia 23 de Junho de 1958, fui à manifestação em frente à camara com o meu pai. Pouco antes, a GNR avisara-o para se ir embora. Quando me contou, perguntei-lhe porque não ia e ele respondeu-me que se os principais responsáveis pela concentração se retirassem os outro podiam perder a coragem, por isso ficaria até ao fim, para o que desse e viesse. Foi a última vez que falei com ele.
(...)
Quando começaram os tiros, os moradores das casas vizinhas abriram as portas para recolher as pessoas. Na casa em que me refugiei disseram-me pouco depois, que o meu pai tinha sido atingido, e estava morto ou gravemente ferido. Já não o cheguei a ver"
"Havia crianças carenciadas como eu que tinham direito a leite e queijo da Caritas e a roupa pelo Natal. Mas a mim nunca me deram nada. A desculpa era o facto de ser filha única, mas a verdadeira razão era a actividade política do meu pai"
"Regressavam dos interrogatórios com os olhos inchados, com o corpo todo pisado, muito maltratadas e quase mortas. Então protestávamos, pedíamos a presença de um médico ou de um enfermeiro e procurávamos lavar-lhes as feridas e ajudá-las dentro do possível. Algumas, depois da tortura do sono, não conseguiam durante muito tempo voltar a dormir"
"Quando fiz a 4.ª classe, uma professora da escola onde fui fazer exame, chegou a ameaçar-me de que ia reprovar, porque como não era baptizada, não era nada"
" Conheci muito bem o Germano Vidigal, um destacado sindicalista. Era calmo, delicado, pouco falador. Quando a G.N.R o prendeu, foi torturado até à morte. Um vizinho do posto da guarda, o Marques "Coxo", apesar de não ser propriamente um oposicionista, estava revoltado. Passava as noites à janela a pedir que alguém acabasse com aquele sofrimento. Outras vizinhas, apesar de fechadas dentro de casa, ouviam-lhe os gritos. As pessoas que o viram depois de morto passaram a informação de que lhe haviam esmagado os testículos."
Excertos do livro "A Memória das Mulheres. Montemor-o-Novo em tempo de ditadura", coordenado pela professora Teresa Fonseca e em que participaram várias mulheres da minha família.
"Tinha sete anos quando comecei a ir à escola em S. Mateus. Fazia mais de uma hora de caminho. Mesmo no inverno levava pouca roupa. Ia muitas vezes descalça ou com uns tamancos de sola de pau, que me magoavam os pés. O único agasalho que tinha era um xaile preto, feito dos restos de outro xaile da minha mãe. No verão levava um chapéu de palha. Tinha então apenas dois vestidos que usava de Verão e de Inverno. Um era azul às riscas mais claras e outro era axadrezado de vermelho, amarelo e branco. Por baixo, usava uma camisinha e uma combinação de flanela. Nesse tempo nunca tive um casaquinho de malha, nem sabia o que isso era."
"No triste dia 23 de Junho de 1958, fui à manifestação em frente à camara com o meu pai. Pouco antes, a GNR avisara-o para se ir embora. Quando me contou, perguntei-lhe porque não ia e ele respondeu-me que se os principais responsáveis pela concentração se retirassem os outro podiam perder a coragem, por isso ficaria até ao fim, para o que desse e viesse. Foi a última vez que falei com ele.
(...)
Quando começaram os tiros, os moradores das casas vizinhas abriram as portas para recolher as pessoas. Na casa em que me refugiei disseram-me pouco depois, que o meu pai tinha sido atingido, e estava morto ou gravemente ferido. Já não o cheguei a ver"
"Havia crianças carenciadas como eu que tinham direito a leite e queijo da Caritas e a roupa pelo Natal. Mas a mim nunca me deram nada. A desculpa era o facto de ser filha única, mas a verdadeira razão era a actividade política do meu pai"
"Regressavam dos interrogatórios com os olhos inchados, com o corpo todo pisado, muito maltratadas e quase mortas. Então protestávamos, pedíamos a presença de um médico ou de um enfermeiro e procurávamos lavar-lhes as feridas e ajudá-las dentro do possível. Algumas, depois da tortura do sono, não conseguiam durante muito tempo voltar a dormir"
"Quando fiz a 4.ª classe, uma professora da escola onde fui fazer exame, chegou a ameaçar-me de que ia reprovar, porque como não era baptizada, não era nada"
" Conheci muito bem o Germano Vidigal, um destacado sindicalista. Era calmo, delicado, pouco falador. Quando a G.N.R o prendeu, foi torturado até à morte. Um vizinho do posto da guarda, o Marques "Coxo", apesar de não ser propriamente um oposicionista, estava revoltado. Passava as noites à janela a pedir que alguém acabasse com aquele sofrimento. Outras vizinhas, apesar de fechadas dentro de casa, ouviam-lhe os gritos. As pessoas que o viram depois de morto passaram a informação de que lhe haviam esmagado os testículos."
Excertos do livro "A Memória das Mulheres. Montemor-o-Novo em tempo de ditadura", coordenado pela professora Teresa Fonseca e em que participaram várias mulheres da minha família.
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terça-feira, abril 22, 2008
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25 de Abril
Recordações
das escavações no Castelo 1991 e 1992
Eu escavei no silo que aparece nos 1.28 minutos (isto não está bem escrito, pois não?)
Aos 2.46 minutos aparece o silo do interior da Igreja de S. Tiago celebrizado pelo professor José Hermano Saraiva aquando da sua passagem por Montemor, pouco tempo depois. Disse o professor que este silo era, e passo a citar, "um buraco feito pelos arqueólogos à procura de níveis pré-históricos que afinal não existiam". O pior é que esta não foi a sua única pérola. Pelo que me lembro, e já é pouco, o professor conseguiu mostrar o que de pior havia em Montemor. Foi um terror!
Há pouco mais de dois meses, tive a honra de acompanhar parte das filmagens do professor no seu regresso a Montemor. Aparte a historieta de quem jura que viu a moura encantada passear pelo castelo nas noites de lua cheia e dos supostos milagres que a senhora da visitação faz aos estudantes, até gostei do programa. Com grandes elogios à recuperação da Igreja de S. Tiago, mostrou e explicou a simbologia da peça da mão de Fátima, talvez a peça mais importante encontrada até agora nas escavações do Castelo, uma vez que comprova a sua ocupação durante o periodo islâmico. Falou da importância da Barragem dos Minutos, enfim, redimiu-se do péssimo serviço que fez a Montemor há mais de 10 anos atrás.
O que é certo é que o senhor tem definitivamente o dom da palavra
E eu só gostava de chegar à idade dele nas mesmas condições físicas e sobretudo mentais. (À excepção das sobrancelhas claro, mas isso é fácil de resolver)
E o que eu gostava também era de estar a estudar Sig em vez de estar para aqui a blogar.
Mas agora vou dormir que se faz tarde!
Eu escavei no silo que aparece nos 1.28 minutos (isto não está bem escrito, pois não?)
Aos 2.46 minutos aparece o silo do interior da Igreja de S. Tiago celebrizado pelo professor José Hermano Saraiva aquando da sua passagem por Montemor, pouco tempo depois. Disse o professor que este silo era, e passo a citar, "um buraco feito pelos arqueólogos à procura de níveis pré-históricos que afinal não existiam". O pior é que esta não foi a sua única pérola. Pelo que me lembro, e já é pouco, o professor conseguiu mostrar o que de pior havia em Montemor. Foi um terror!
Há pouco mais de dois meses, tive a honra de acompanhar parte das filmagens do professor no seu regresso a Montemor. Aparte a historieta de quem jura que viu a moura encantada passear pelo castelo nas noites de lua cheia e dos supostos milagres que a senhora da visitação faz aos estudantes, até gostei do programa. Com grandes elogios à recuperação da Igreja de S. Tiago, mostrou e explicou a simbologia da peça da mão de Fátima, talvez a peça mais importante encontrada até agora nas escavações do Castelo, uma vez que comprova a sua ocupação durante o periodo islâmico. Falou da importância da Barragem dos Minutos, enfim, redimiu-se do péssimo serviço que fez a Montemor há mais de 10 anos atrás.
O que é certo é que o senhor tem definitivamente o dom da palavra
E eu só gostava de chegar à idade dele nas mesmas condições físicas e sobretudo mentais. (À excepção das sobrancelhas claro, mas isso é fácil de resolver)
E o que eu gostava também era de estar a estudar Sig em vez de estar para aqui a blogar.
Mas agora vou dormir que se faz tarde!
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terça-feira, abril 22, 2008
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segunda-feira, abril 21, 2008
O melhor de trabalhar quase no campo, é estar aqui sentada ao computador e ouvir lá fora os pássaros cantar.
O pior é sair aos claustros e ter sérias hipóteses de ser atacada por cocó de pombo.
O pior é sair aos claustros e ter sérias hipóteses de ser atacada por cocó de pombo.
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sábado, abril 19, 2008
Operação limpeza concluída
Baaahhhhhhh!!!!!
Definitivamente não nasci para ser dona de casa. Dona da casa sim, mas não dona de casa.
Não. Não me sinto mais feliz nem menos deprimida. Apenas mais cansada e, sem dúvida, aliviada. Pelo menos por uma semana.
O meu sonho era ter uma enorme casa de campo com um batalhão de serviçais, uma governanta e um mordomo.
Vai sonhando vai, que o ordenadozito de função pública só dá mesmo é para sonhar!
Definitivamente não nasci para ser dona de casa. Dona da casa sim, mas não dona de casa.
Não. Não me sinto mais feliz nem menos deprimida. Apenas mais cansada e, sem dúvida, aliviada. Pelo menos por uma semana.
O meu sonho era ter uma enorme casa de campo com um batalhão de serviçais, uma governanta e um mordomo.
Vai sonhando vai, que o ordenadozito de função pública só dá mesmo é para sonhar!
Como desde ontem me tenho estado a sentir um poucochinho deprimida, mercê de seis horas de aulas de sig, vou seguir o conselho da minha amiga Filomena e vou limpar e arrumar a casa.
Pode ser que assim a depressão passe. Ou não!
Pode ser que assim a depressão passe. Ou não!
quarta-feira, abril 16, 2008
Mental Note
Nunca, mas mesmo nunca mais, deixar a janela e a persiana do quarto abertas simultaneamente durante o dia.
À 1.30 da manhã podemos ter uma enorme vespa a voar alegremente por cima das nossas cabeças.
À 1.30 da manhã podemos ter uma enorme vespa a voar alegremente por cima das nossas cabeças.
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quarta-feira, abril 16, 2008
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sexta-feira, abril 11, 2008
E entrámos na fase Dufine
Que seja o que a Deusa quiser
Que seja o que a Deusa quiser
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sexta-feira, abril 11, 2008
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quarta-feira, abril 09, 2008
Relembrando o Heródoto4
O Museu Britânico: Dados para uma controvérsia

O museu britânico foi criado em 1753, na sequência da doação, por parte de Sir Hans Sloane, da sua colecção de objectos arqueológicos, herbário e biblioteca à nação britânica. Este pode assim ser considerado o mais antigo museu nacional do mundo.
No seu interior encontra-se a melhor exposição de objectos arqueológicos do mundo. No entanto, poucas dessas preciosidades são realmente originárias das ilhas britânicas, o que se por um lado as colocou a salvo de guerras e pilhagens, por outro, encontram-se totalmente fora de contexto, não sendo mais que meros objectos estáticos, integrados num local que não é o seu.
Discute-se actualmente se estes objectos devem ou não ir para o seu país de origem, quando esse país garante a salvaguarda e segurança desse património, como é actualmente o caso do Egipto. Mas pense-se o que teria acontecido ás obras de arte sumérias se tivessem sido devolvidas ao Iraque antes da guerra!!!

O museu britânico foi criado em 1753, na sequência da doação, por parte de Sir Hans Sloane, da sua colecção de objectos arqueológicos, herbário e biblioteca à nação britânica. Este pode assim ser considerado o mais antigo museu nacional do mundo.
No seu interior encontra-se a melhor exposição de objectos arqueológicos do mundo. No entanto, poucas dessas preciosidades são realmente originárias das ilhas britânicas, o que se por um lado as colocou a salvo de guerras e pilhagens, por outro, encontram-se totalmente fora de contexto, não sendo mais que meros objectos estáticos, integrados num local que não é o seu.
Discute-se actualmente se estes objectos devem ou não ir para o seu país de origem, quando esse país garante a salvaguarda e segurança desse património, como é actualmente o caso do Egipto. Mas pense-se o que teria acontecido ás obras de arte sumérias se tivessem sido devolvidas ao Iraque antes da guerra!!!
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quarta-feira, abril 09, 2008
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