quinta-feira, maio 18, 2006
Torres e Flores
terça-feira, maio 16, 2006
Nalguns locais...




ou, pelo menos corre muito, muito devagar.
Ainda bem, porque assim...

posso continuar a deliciar-me com o maravilhoso pão e outras iguarias que este forno coze.
terça-feira, maio 02, 2006
Rua do Pedrão

Esta rua típica do Centro Histórico de Montemor aparece referida pela primeira vez nos documentos históricos em 1573, embora por vezes seja também chamada de Rua do Padrão. Trata-se, no entanto, claramente da mesma rua.

No século XVIII viviam aqui alguns oleiros, que, talvez por falta de espaço na Rua dos Oleiros, (perpendicular à Rua do Pedrão) aqui se tivessem fixado.
sábado, abril 29, 2006
Fonte das Gigantas

Localiza-se perto do Monte das Gigantas, na zona do Paião.
Esta foto deve ter sido tirada há pouco mais de um ano e nessa altura a erva era muito pouca. Agora quase não se vê a fonte.
Há cerca de cinquenta anos a fonte abastecia os vários montes que por ali ainda existem. Agora a sua água é imprópria para consumo, devido à falta de limpeza.
quarta-feira, abril 26, 2006
Devaneios de uma arqueóloga (pouco experiente) às voltas com um complicado relatório de escavação
Problemáticas acerca da existência da Rua B e da sua interligação com a Rua A e com as restantes estruturas à sua volta

A Rua B está em pleno funcionamento. Abre-se a Rua A e fecha-se o acesso entre as duas ruas através da construção da Estrutura A.
A Rua B deixa de funcionar enquanto rua e transforma-se num beco, ou num compartimento de uma habitação, devido à existência de uma janela na Estrutura A que existe entre as duas ruas.
Abre-se uma fossa no final da Rua B e junto à Estrutura A. Mas a Estrutura A já devia estar feita antes da construção da fossa devido à existência de uma canalização embutida na Estrutura A através de uma telha e da existência de dois tijolos que fazem a ligação entre o final da canalização e o início da fossa.
A Estrutura C e o próprio Compartimento 3 foram construídos depois ou durante o entulhamento da fossa. A Estrutura C divide a fossa ao meio e assenta directamente sobre a fossa.
A própria Rua B adaptou-se à existência da fossa. O rego central da rua faz um desvio na direcção da fossa e finaliza com uma telha invertida que canalizaria as águas pluviais para o interior da fossa.
A existência de uma janela na Estrutura A quererá dizer que nalgum momento a Rua B deixou de servir como rua e começou a servir como interior de uma habitação. Mas se sim, que sentido faz a existência de uma fossa no interior de uma casa.
Terá a janela sido aberta numa altura em que a fossa estava desactivada e o seu topo dava acesso a uma casa de habitação. E que sentido faria a entrada de uma habitação que ficaria a um nível muito mais baixo da Rua B com uma fossa desactivada à porta cujas canalizações das Ruas A e B ainda estavam em funcionamento. Em caso de cheia as águas pluviais entrariam para dentro de casa, porque o acesso ao interior da casa era feito através de três degraus.
É certo que a Rua B teve em vários momentos obras de beneficiação e adaptação. A existência de espinhado com tijoleira em alguns pontos da rua não faz sentido enquanto rua exterior de passagem pública.
A construção do Muro J implicou a destruição de parte da rua B, sendo ainda visíveis os vestígios da vala de fundação do muro através de falhas da calçada.
No entanto a existência do derrube classificado como Estrutura D parece ter ocorrido antes da construção rua, porque a calçada parece adaptar-se perfeitamente ao derrube. Pode ter acontecido um arranjo da rua já depois do derrube ter ocorrido o que também não faz muito sentido.
Porque é que a mim só me calham coisas difíceis???
segunda-feira, abril 24, 2006
À Memória de
Vítimas de 48 anos de Regime Fascista!
quinta-feira, abril 20, 2006
Muralha florida
Há um ano
terça-feira, abril 11, 2006
Um dia...

Vou-te comprar.
Um dia serás minha.
Não sei quando, talvez se me sair o euromilhões na próxima sexta-feira, que até é santa e tudo, e até pode fazer um milagre e assim...
Enfim, quem quiser fazer donativos está à vontade!
quarta-feira, abril 05, 2006
VIVA A PRIMAVERA!!!




E VIVA O VERÃO E VIVAM AS ESCAVAÇÕES QUE ESTÃO QUASE A CHEGAR!!!
Está a chover lá fora, mas isso agora também não interessa nada porque é Primavera e pronto!!!
terça-feira, abril 04, 2006
Chaminé
sexta-feira, março 31, 2006
Um ano de Montemaior!
segunda-feira, março 27, 2006
"y entre la hierba verde viven las amapolas" *
sexta-feira, março 24, 2006
E já que estamos numa de esclarecimentos
Também não foi no Paço dos Alcaides que D. Manuel investiu Vasco da Gama como capitão da armada que viria a descobrir o caminho marítimo para a Índia.

Mas foi em Montemor que, segundo João de Barros, cronista geral do reino, se debateu a proposta de D. Manuel do envio de uma primeira expedição à Índia, nas cortes de 1495 que se realizaram em Montemor-o-Novo e, muito provavelmente no Paço dos Alcaides.
Enfim, quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto e do debate nas cortes passou-se rapidamente para a investidura de Vasco da Gama.
(e assim desfaço mais um mito...)
quinta-feira, março 23, 2006
Memória curta, a dos portugueses!!!
segunda-feira, março 20, 2006
Rua e Casa Torre de Dom Vasco

Ao contrário do que muita gente pensa não foi nesta rua nem nesta casa que se alojou Vasco da Gama quando D. Manuel o incumbiu de descobrir o caminho marítimo para a Índia.
O nome da Rua deve-se sim a Dom Vasco de Mascarenhas, irmão de Dom Fernão Martins de Mascarenhas e pai de Dom João de Mascarenhas, ambos alcaides-mor da vila.
Também não é certo que D. Vasco tenha habitado nesta casa.
Trata-se de facto de uma casa apalaçada, com três pisos (o que era raro na altura) e que deve ter sido mandada fazer por alguém com posses mas, até prova em contrário, não é possível afirmar que aqui viveu D. Vasco de Mascarenhas.
De salientar nesta casa-torre a existência de uma janela tipicamente manuelina.Esta janela constitui actualmente o símbolo adoptado pela Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Vila, uma das duas freguesias urbanas da cidade.
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
Arco-íris
sexta-feira, fevereiro 17, 2006
O Tempo de S. João de Deus
1.ª Sessão (11 horas):
"João Cidade e a dimensão universal de S. João de Deus", Doutor Pe. Aires Gameiro;
"A fundação e difusão da Ordem Hospitaleira em Espanha e razões da vinda para Montemor-o-Novo", Doutor Pe. José Sanchez Martinez;
"A Ordem Hospitaleira de S. João de Deus e a Misericórdia de Montemor-o-Novo: dois séculos de tensões", Doutora Teresa Fonseca;
"Historiografia de S. João de Deus", Professor Doutor Manuel Cadafaz de Matos;
2.ª Sessão (14 horas)
"João Cidade regressa a Montemor-o-Novo como S. João de Deus", Professor Doutor Joaquim Chorão Lavajo;
"Os Reais Hospitais Militares de S. João de Deus e a defesa do Alentejo", Mestre Augusto Moutinho Borges;
"Memorial do Convento (Presença dos Irmãos de S. João de Deus na Vila de Olivença)", Dr. Luis Alfonso Limpo;
"A alimentação nos Hospitais Ocidentais nos séculos XV-XVII", Professora Doutora Margarida Refóis;
3.ª Sessão (16.30 horas)
"O Espírito de S. João de Deus no tratamento dos doentes mentais no Hospital de Todos os Santos", Dr.ª Anastácia Mestrinho Salgado;
"O Retábulo do Cálvário ou do Senhor Crucificado da Igreja do Antigo Convento de S. João de Deus de Montemor-o-Novo: antecedentes formais e iconográficos", Professor Doutor Francisco Lameira;
"Azulejos alusivos a S. João de Deus na grande Lisboa", Doutora Madalena Esperança Pina;
"As festas de canonização de S. João de Deus", Professora Doytora Manuela Milheiro;
18 horas:
Inauguração da Exposição de Pintura "Reais Hospitais Militares de s. João de Deus na fronteira luso/espanhola", na Galeria Municipal de Montemor-o-Novo;
21.30:
Concerto de Música de Câmara na Igreja Matriz de Montemor-o-Novo;
segunda-feira, janeiro 30, 2006
O monte maior que se transformou em monte branco
Isto aconteceu mesmo. Não é fotomontagem

O início

o auge
Os resultados hoje:

parque urbano

a cidade

a paisagem na estrada de Valeira

a A6
Nota para a posteridade: Aconteceu em Montemor-o-Novo no dia 29 de Janeiro de 2006!
domingo, janeiro 29, 2006
quinta-feira, novembro 24, 2005
Convento de Santa Cruz de Rio Mourinho

Vista exterior do edifício
O Convento de santa Cruz de rio mourinho foi fundado, ao que tudo indica, por Mendo Gomes de Seabra, durante o século XV.
Em 1435, o rei D. Duarte confirma a sua fundação e em 1478 o papa Xisto IV determina a adopção da regra de Santo Agostinho e a reitoria dos Paulistas da Serra De Ossa.

Claustro
Situado numa zona muito isolada e ainda de difícil acesso actualmente, o Convento era normalmente utilizado por monges que se encontravam a cumprir castigos.
Em 1793 o Convento foi desactivado por falta de monges e, posteriormente, secularizado.

Frontaria da Igreja
Em meados do século XX foi habitado por várias famílias da região, existindo muito próximo do Convento, uma escola primária característica do Estado Novo.
Constitui actualmente propriedade privada e encontra-se totalmente votado ao abandonado e vandalismo!

Interior da Igreja
Nota 1: um agradecimento ao Baphomet do Heródoto, pela disponibilização das fotografias.
Nota 2: Não. Ainda não tenho máquina fotográfica nova. Prometo que quando comprar, darei notícias.
terça-feira, novembro 22, 2005
Arquivo fotográfico

Foto tirada da zona da Torre do Anjo, no Castelo, para a planície a Sul.
Nessa altura o período de seca estava no auge.
Agora é todo um horizonte verde que se avista, pontuado aqui e além por pequenos pontos brancos, os últimos resquícios do monte alentejano.
terça-feira, novembro 15, 2005
Numa porta...
quarta-feira, novembro 09, 2005
Festival das sopas
Para além das sopas estará ainda patente a exposição "Ervas e mezinhas"
Deixo-vos o programa do Festival e o link da Câmara Municipal com mais informações
Dia 12, Sábado
12h00 - Abertura do 2º Festival de Sopas de Montemor-o-Novo
13h00 - Prova de Vinhos de Montemor e castanhas assadas
14h00 - Dias Tranquilos... À Descoberta das paisagens do Rio Almansor (Inscrições gratuitas no Posto de Turismo de Montemor-o-Novo; Tel: 266 898 103 oue-mail: turismo@cm-montemornovo.pt)
18h30 - 3º Concurso de Sopas Alentejanas no auditório do Parque de Exposições Mercados e Feiras
21h30 - Animação Musical
23h00 - Encerramento
Exposição Ervas e “Mezinhas”
Dia 13, Domingo
12h00 - Abertura do 2º Festival de Sopas de Montemor-o-Novo
14h00 - Entrega dos Prémios do 3º Concurso de Sopas Alentejanas
14h30 - Animação Musical
17h00 - Encerramento do Festival
Exposição Ervas e “Mezinhas”
BOM APETITE!!!
P.S. O Festival vai ter lugar no pavilhão do Parque de Exposições e Feiras
terça-feira, novembro 01, 2005
Foi há 250 anos
Em Montemor-o-Novo, e apesar de o sismo ter sido bastante bem sentido não provocou grandes danos ao nível material e humano se compararmos por exemplo com o que aconteceu em Lavre que nessa altura ainda não fazia parte do Concelho de Montemor-o-Novo e onde quase tudo ficou destruido.
Acredito no entanto que no caso do Castelo, por exemplo, onde grande parte das casas se encontravam já em ruínas, o terramoto, tenha ajudado à sua completa ruina.
Certo é que algumas fontes perderam o seu caudal, caso da Fonte do Torres, e outras aumentaram-no.
Todos esperamos que um terramoto como este não volte a repetir-se, mas se se repetir, que Montemor volte a ser poupado como o foi há 250 anos.
quarta-feira, outubro 19, 2005
Ermida de São Lázaro. A Gafaria de Montemor

Era certamente junto a esta Ermida de S. Lázaro que durante a época medieval se situaria a Gafaria de Montemor-o-Novo.
As gafarias eram os locais onde se dava assistência aos leprosos e sendo S. Lázaro o seu patrono faz todo o sentido que aqui se situasse. Na época medieval esta era ainda uma zona semi-desertica da vila monterense e por aqui passava um pequeno curso de água, condições quase essenciais para a localização de uma instituição deste género.
A primeira referência a uma gafaria em Montemor remonta a 1324. Durante o século XVI deixam de aparecer referências à leprosaria, talvez devido ao decréscimo de casos de lepra nesse século.
Era aqui que se colocava uma bandeira em épocas de peste na vila de modo a que, quem viesse a chegar à vila, pudesse saber antecipadamente da peste e escolher outro percurso.
segunda-feira, outubro 10, 2005
Nova perspectiva

Esta foto foi tirada (com grande dificuldade) do cima da torre sineira do convento da Saudação, mostrando uma nova perspectiva dos telhados do Convento e da zona do Paço dos Alcaides, no Castelo.

















