segunda-feira, março 26, 2007
Triste dia para Portugal
Não pode ser verdade!!!!
sábado, março 24, 2007
Nora
quinta-feira, março 22, 2007
Não está fácil publicar fotos no blog
Será problema do blogger ou da minha internet
quarta-feira, março 21, 2007
Fonte das Fontainhas

A Fonte das Fontainhas localizada na encosta Norte do Castelo, deve ter constituido uma das mais antigas fontes de abastecimento de água quer ás populações do arrabalde quer inclusivamente às populações que habitavam o interior muralhado do Castelo.
Apesar de se desconhecer a data da sua construção, o escudo real que apresenta no seu frontão atesta a sua antiguidade.
Diz o povo que "Água como a das Fontaínhas, não há igual em Montemor"
segunda-feira, março 19, 2007
Para recordar
sábado, março 17, 2007
274 anos
sexta-feira, março 16, 2007
Cantos, Recantos e Encantos
quinta-feira, março 15, 2007
Ainda sobre os Grandes Portugueses
"Finalmente el-rei assentou de prosseguir neste descobrimento, e depois, estando em Estremoz, declarou a Vasco da Gama, fidalgo de sua casa, por capitão mor das velas que havia de mandar a ele (...)" (descobrimento do caminho marítimo para a Índia)
"E sendo já no ano de quatrocentos noventa e sete, em que a frota para esta viagem estava de todo prestes, mandou el rei, estando em Montemor-o-Novo, chamar Vasco da Gama e aos outros capitães que haviam de ir em sua companhia, os quais eram Paulo da Gama, seu irmão, e Nicolau Coelho(...)"
Segue-se o discurso de D. Manuel:
"(...) E tendo eu na memória como Vasco da Gama, que está presente, em todas cousas que lhe de meu serviço foram entregues e encomendadas, deu boa conta de si, eu o tenho escolhido para esta ida como leal vassalo e esforçado cavaleiro, merecedor de tão honrada confiança(...)"
D. Manuel entrega a bandeira da Ordem de Cristo a Vasco da Gama que também discursa.
"Feita esta menagem, foi-lhe entregue a mesma bandeira, e um rendimento em que se continha o que havia de fazer na viagem, e algumas cartas para os príncipes e reis a que propriamente era enviado, assi como ao Preste João das Índias, tão nomeado deste reino e a el-rei de Calecut, com as mais informações e avisos que el-rei dom João tinha havido dauquelas partes segundo já dissémos. recebidas as quais cousas el-rei o espediu; e ele se veio a Lisboa com outros capitães"
João de Barros, Décadas da Ásia, Volume I, Capítulo I
Outro facto importante é que nas Cortes que se realizaram em Montemor, em 1495/1496, foi debatido, entre outros, o assunto da viagem à Índia.
(Em grande parte das publicações sobre Montemor é apenas este facto que é referido)
Quanto às décadas e para finalizar:
- Em Estremoz, Vasco da Gama é declarado, pelo rei, Capitão-mor da armada;
- Em Montemor, segundo João de Barros, é de facto feita a investidura solene em que Vasco da Gama, de joelhos, recebe do rei a bandeira e o cargo de embaixador do rei de Portugal.
Grandes Portugueses em Montemor-o-Novo

domingo, março 11, 2007
Há dois anos
quinta-feira, março 08, 2007
Hoje,

Foi inaugurado o Centro Interpretativo do Castelo de Montemor-o-Novo, na antiga igreja de S. Tiago!
P.S. (Alguma baba...)
terça-feira, março 06, 2007
Rufina Brigitte
sábado, março 03, 2007
sexta-feira, março 02, 2007
DGEMN
Deste valiosíssimo acervo faz parte uma coleção de mais de duzentas fotografias do Castelo de Montemor desde 1940 até aos nossos dias, permitindo-nos assim conhecer a sua evolução ao longo de todos estes anos.
A Torre do Relógio, por exemplo, e as zonas adjacentes, embora mantendo a sua traça praticamente inalterada, conheceram algumas modificações.
Nesta imagem de 1941, na zona do terreiro do Convento da Saudação, é visível um muro de reduzidas dimensões, ao contrário do forte pano de muralha que actualmente ali é visível.
Mais abaixo, no actual estacionamento, aparece uma construção relativamente extensa, finalizando, junto ao muro de suporte de terras, com uma porta em arco. Desconheço totalmente a finalidade e funcionalidade desta estrutura.
No século XVI, localizava-se aqui a chamada Praça Nova que sabemos, por documentação histórica, estar cercada por muros e possuir arcos. Parece-me muito pouco provável que esta estrutura possa estar relacionada com a Praça Nova.
Por outro lado, sabe-se que existiam aqui pequenas hortas. Seria o limite de uma das hortas? Parece-me uma construção demasiado alta e de boa qualidade para divisão de hortas.
Seria um reaproveitamento dos muros da Praça Nova para a divisão das hortas?
Nesta fotografia, igualmente de 1941, verica-se, para além da ruína deste troço de muralha, a existência de uma construção anexa à muralha com uma porta que possivelmente daria acesso ao interior da Torre.
Na muralha verifica-se igualmente a inexistência do adarve ou caminho de ronda.
Actualmente o acesso à Torre é feito através de uma escada rasgada na própria muralha.
Se estas fotografias são hoje, passados sessenta anos, um instrumento tão precioso, o que dizer daqui por algumas centenas de anos?
Parabéns à DGEMN!!!

























