Notícias das escavações para depois.
Mas correram muito, muito bem!!!
sexta-feira, setembro 08, 2006
Vamos de Férias
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sexta-feira, setembro 08, 2006
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Viagens
quinta-feira, agosto 03, 2006
Querem mais, querem fotos?
Então deixo-vos duas fotos da adega
Eu bem queria mostrar, mas o blogger não deixa.
Eu bem queria mostrar, mas o blogger não deixa.
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MonteMaior
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quinta-feira, agosto 03, 2006
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Escavações
quarta-feira, julho 26, 2006
Está decifrado o mistério
dos muros, murinhos e muretes.
Estamos a escavar uma adega, com "suas louças"!
P.S. - Acho que A encontrámos e mais não digo.
Estamos a escavar uma adega, com "suas louças"!
P.S. - Acho que A encontrámos e mais não digo.
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quarta-feira, julho 26, 2006
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Escavações
sexta-feira, julho 21, 2006
Quanto mais escavamos
menos entendemos do urbanismo da vila antiga de Montemor.
Os arquitectos medievais ou não percebiam nada de regras urbanas ou está tudo a gozar comigo.
Hoje consegui meter algumas ideais no papel, mas tudo continua muito indefinido.
E já só faltam seis semanas para acabar a escavação.
P.S. - Mas que a escavação está linda, isso está!!!! E cada dia mais interessante!
Os arquitectos medievais ou não percebiam nada de regras urbanas ou está tudo a gozar comigo.
Hoje consegui meter algumas ideais no papel, mas tudo continua muito indefinido.
E já só faltam seis semanas para acabar a escavação.
P.S. - Mas que a escavação está linda, isso está!!!! E cada dia mais interessante!
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sexta-feira, julho 21, 2006
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Escavações
quinta-feira, junho 22, 2006
Este blog já andava um pouco parado
mas vai ficar ainda mais parado
porque
vamos confirmar se o poço era utilizado por uma ou duas casas de habitação e tentar perceber a funcionalidade da canalização e a sua interligação com o poço
descobrir para onde vai esta porta
tentar encontrar mais coisinhas bonitas como estas

porque
vamos confirmar se o poço era utilizado por uma ou duas casas de habitação e tentar perceber a funcionalidade da canalização e a sua interligação com o poço
descobrir para onde vai esta porta
tentar encontrar mais coisinhas bonitas como estas
descobrir para onde vai esta rua e ainda outras surpresas que a fértil terra do Castelo esconde há tantos séculos.
Até Setembro!
E para aqueles que têm férias durante o Verão, umas muito BOAS FÉRIAS!
E ainda um pedidozinho a S. Pedro: Exigimos temperaturas inferiores a 30º.
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Escavações
terça-feira, junho 20, 2006
Está aberta
a época da milenar arte de tiragem de cortiça.Aconselha-se um passeio pelos montados de sobro e apreciar a beleza das cores dos sobreiros depois de descascados.
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Cortiça
terça-feira, maio 23, 2006
O Monte de todos os meus encantos
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Castelo
quinta-feira, maio 18, 2006
Torres e Flores
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terça-feira, maio 16, 2006
Nalguns locais...
o tempo não passa




ou, pelo menos corre muito, muito devagar.
Ainda bem, porque assim...

posso continuar a deliciar-me com o maravilhoso pão e outras iguarias que este forno coze.




ou, pelo menos corre muito, muito devagar.
Ainda bem, porque assim...

posso continuar a deliciar-me com o maravilhoso pão e outras iguarias que este forno coze.
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Coisas e loisas
terça-feira, maio 02, 2006
Rua do Pedrão

Esta rua típica do Centro Histórico de Montemor aparece referida pela primeira vez nos documentos históricos em 1573, embora por vezes seja também chamada de Rua do Padrão. Trata-se, no entanto, claramente da mesma rua.

No século XVIII viviam aqui alguns oleiros, que, talvez por falta de espaço na Rua dos Oleiros, (perpendicular à Rua do Pedrão) aqui se tivessem fixado.
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Ruas
sábado, abril 29, 2006
Fonte das Gigantas

Localiza-se perto do Monte das Gigantas, na zona do Paião.
Esta foto deve ter sido tirada há pouco mais de um ano e nessa altura a erva era muito pouca. Agora quase não se vê a fonte.
Há cerca de cinquenta anos a fonte abastecia os vários montes que por ali ainda existem. Agora a sua água é imprópria para consumo, devido à falta de limpeza.
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sábado, abril 29, 2006
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Fontes
quarta-feira, abril 26, 2006
Devaneios de uma arqueóloga (pouco experiente) às voltas com um complicado relatório de escavação
ou
Problemáticas acerca da existência da Rua B e da sua interligação com a Rua A e com as restantes estruturas à sua volta

A Rua B está em pleno funcionamento. Abre-se a Rua A e fecha-se o acesso entre as duas ruas através da construção da Estrutura A.
A Rua B deixa de funcionar enquanto rua e transforma-se num beco, ou num compartimento de uma habitação, devido à existência de uma janela na Estrutura A que existe entre as duas ruas.
Abre-se uma fossa no final da Rua B e junto à Estrutura A. Mas a Estrutura A já devia estar feita antes da construção da fossa devido à existência de uma canalização embutida na Estrutura A através de uma telha e da existência de dois tijolos que fazem a ligação entre o final da canalização e o início da fossa.
A Estrutura C e o próprio Compartimento 3 foram construídos depois ou durante o entulhamento da fossa. A Estrutura C divide a fossa ao meio e assenta directamente sobre a fossa.
A própria Rua B adaptou-se à existência da fossa. O rego central da rua faz um desvio na direcção da fossa e finaliza com uma telha invertida que canalizaria as águas pluviais para o interior da fossa.
A existência de uma janela na Estrutura A quererá dizer que nalgum momento a Rua B deixou de servir como rua e começou a servir como interior de uma habitação. Mas se sim, que sentido faz a existência de uma fossa no interior de uma casa.
Terá a janela sido aberta numa altura em que a fossa estava desactivada e o seu topo dava acesso a uma casa de habitação. E que sentido faria a entrada de uma habitação que ficaria a um nível muito mais baixo da Rua B com uma fossa desactivada à porta cujas canalizações das Ruas A e B ainda estavam em funcionamento. Em caso de cheia as águas pluviais entrariam para dentro de casa, porque o acesso ao interior da casa era feito através de três degraus.
É certo que a Rua B teve em vários momentos obras de beneficiação e adaptação. A existência de espinhado com tijoleira em alguns pontos da rua não faz sentido enquanto rua exterior de passagem pública.
A construção do Muro J implicou a destruição de parte da rua B, sendo ainda visíveis os vestígios da vala de fundação do muro através de falhas da calçada.
No entanto a existência do derrube classificado como Estrutura D parece ter ocorrido antes da construção rua, porque a calçada parece adaptar-se perfeitamente ao derrube. Pode ter acontecido um arranjo da rua já depois do derrube ter ocorrido o que também não faz muito sentido.
Porque é que a mim só me calham coisas difíceis???
Problemáticas acerca da existência da Rua B e da sua interligação com a Rua A e com as restantes estruturas à sua volta

A Rua B está em pleno funcionamento. Abre-se a Rua A e fecha-se o acesso entre as duas ruas através da construção da Estrutura A.
A Rua B deixa de funcionar enquanto rua e transforma-se num beco, ou num compartimento de uma habitação, devido à existência de uma janela na Estrutura A que existe entre as duas ruas.
Abre-se uma fossa no final da Rua B e junto à Estrutura A. Mas a Estrutura A já devia estar feita antes da construção da fossa devido à existência de uma canalização embutida na Estrutura A através de uma telha e da existência de dois tijolos que fazem a ligação entre o final da canalização e o início da fossa.
A Estrutura C e o próprio Compartimento 3 foram construídos depois ou durante o entulhamento da fossa. A Estrutura C divide a fossa ao meio e assenta directamente sobre a fossa.
A própria Rua B adaptou-se à existência da fossa. O rego central da rua faz um desvio na direcção da fossa e finaliza com uma telha invertida que canalizaria as águas pluviais para o interior da fossa.
A existência de uma janela na Estrutura A quererá dizer que nalgum momento a Rua B deixou de servir como rua e começou a servir como interior de uma habitação. Mas se sim, que sentido faz a existência de uma fossa no interior de uma casa.
Terá a janela sido aberta numa altura em que a fossa estava desactivada e o seu topo dava acesso a uma casa de habitação. E que sentido faria a entrada de uma habitação que ficaria a um nível muito mais baixo da Rua B com uma fossa desactivada à porta cujas canalizações das Ruas A e B ainda estavam em funcionamento. Em caso de cheia as águas pluviais entrariam para dentro de casa, porque o acesso ao interior da casa era feito através de três degraus.
É certo que a Rua B teve em vários momentos obras de beneficiação e adaptação. A existência de espinhado com tijoleira em alguns pontos da rua não faz sentido enquanto rua exterior de passagem pública.
A construção do Muro J implicou a destruição de parte da rua B, sendo ainda visíveis os vestígios da vala de fundação do muro através de falhas da calçada.
No entanto a existência do derrube classificado como Estrutura D parece ter ocorrido antes da construção rua, porque a calçada parece adaptar-se perfeitamente ao derrube. Pode ter acontecido um arranjo da rua já depois do derrube ter ocorrido o que também não faz muito sentido.
Porque é que a mim só me calham coisas difíceis???
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quarta-feira, abril 26, 2006
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Escavações
segunda-feira, abril 24, 2006
À Memória de
Branco, Armando Ruas, Aurélio Dias, Alfredo Ruas, Américo Gomes, Manuel Vieira Tomé, Júlio Pinto, Ferreira de Abreu, Francisco Cruz, Manuel Pestana Garcez, Ernesto Faustino, José Lopes, Manuel Salgueiro Valente, Augusto Costa, Rafael Tobias Pinto da silva, Francisco Domingues Quintas, Francisco Manuel Pereira, Pedro Matos Filipe, Cândido Alves Barja, Augusto Almeida Martins, Abílio Augusto Belchior, António Mano Fernandes, Rui Ricardo da Silva, Arnaldo Simões Januário, Francisco Esteves, , Alfredo Caldeira, Fernando Alcobia, Jaime Fonseca de Sousa, Albino Coelho, Mário Castelhano, Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira, Albino de Carvalho, António Guedes Oliveira e Silva, Ernesto josé Ribeiro, José Lopes Dinis, Henrique Domingues Fernandes, Carlos Ferreira Soares, Bento António Gonçalves, Damásio Martins Pereira, Fernando Óscar Gaspar, Rosa Morgado, António, Júlio, Constantono, Paulo José Dias, Joaquim Montes, José Manuel Alves dos Reis, Américo Lourenço Nunes, , Francisco do Nascimento Gomes, Francisco dos Reis Gomes, José Garcia Godinho, Francisco Ferreira Marques, Edmundo Gonçalves, Manuel Augusto da Costa, Germano Vidigal, Alfredo Dinis, José António Companheiro, Manuel Simões Junior, Joaquim Correia, José Patuleia, António Lopes de almeida, Artur de Oliveira, Joaquim Marreiros, António Guerra, Militão Bessa Ribeiro, José Moreira, Venceslau Ferreira, Alfredo Dias Lima, Gervásio da Costa, Catarina Eufémia, Joaquim Lemos Oliveira, Manuel da Silva Júnior, Jos´´e Centeio, José Adelino dos Santos, Raul alves, Cândido Martins Capilé, José Dias Coelho, António Graciano Adângio, Francisco Madeira, Estevão Giro, Agostinho Fineza, Francisco Brito, David Almeida Reis, Humberto Delgado, Arajayr Campos, Manuel Agostinho Góis, Luis António Firmino, Herculano Augusto, Daniel Teixeira, Eduardo Mondlane, José António Leitão Ribeiro Santos, Amílcar Cabral, Fernando Carvalho Gesteira, José James Barneto, Fernando Barreiro dos Reis, José Guilherme Rego Arruda.
Vítimas de 48 anos de Regime Fascista!
Vítimas de 48 anos de Regime Fascista!
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segunda-feira, abril 24, 2006
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25 de Abril
quinta-feira, abril 20, 2006
Muralha florida
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quinta-feira, abril 20, 2006
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Há um ano
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quinta-feira, abril 20, 2006
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terça-feira, abril 11, 2006
Um dia...

Vou-te comprar.
Um dia serás minha.
Não sei quando, talvez se me sair o euromilhões na próxima sexta-feira, que até é santa e tudo, e até pode fazer um milagre e assim...
Enfim, quem quiser fazer donativos está à vontade!
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terça-feira, abril 11, 2006
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Coisas e loisas,
Desejos
quarta-feira, abril 05, 2006
VIVA A PRIMAVERA!!!




E VIVA O VERÃO E VIVAM AS ESCAVAÇÕES QUE ESTÃO QUASE A CHEGAR!!!
Está a chover lá fora, mas isso agora também não interessa nada porque é Primavera e pronto!!!
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quarta-feira, abril 05, 2006
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Primavera
terça-feira, abril 04, 2006
Chaminé
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terça-feira, abril 04, 2006
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Chaminés
sexta-feira, março 31, 2006
Um ano de Montemaior!
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sexta-feira, março 31, 2006
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Coisas e loisas
segunda-feira, março 27, 2006
"y entre la hierba verde viven las amapolas" *
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segunda-feira, março 27, 2006
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Primavera
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